Surpreendendo todo o mundo, Estados Unidos lideraram as investigações contra a corrupção na Fifa, mas seus interesses podem ir muito além...Vinícius Lousada
Os escândalos de corrupção no futebol que transformaram cartolas poderosos em investigados e réus movimentaram o mundo, culminando até na renúncia de Joseph Blatter à presidência da Fifa. As irregularidades são evidentes e alvo de antigas desconfianças por quem conhece minimamente os bastidores do esporte. Para muitos, no entanto, a maior surpresa se deu pelo fato de a iniciativa da operação ter partido dos Estados Unidos, por meio do FBI, já que o país não possui aparente tradição nem fortes relações com a modalidade. Diante disso, alguns especialistas garantem: a resposta para as motivações norte-americanas está em questões geopolíticas.
Fotos Públicas
Reeleito, Joseph Blatter renunciou ao cargo de Presidente da Fifa e é investigado
O presidente russo, Vladmir Putin, foi o primeiro a se manifestar a respeito, ao alegar que a ação do “Tio Sam” tinha como objetivo impedir a realização da Copa do Mundo de 2018 no antigo território soviético. Mesmo passadas mais de duas décadas do fim da Guerra Fria, Estados Unidos e Rússia voltaram a protagonizar conflitos diplomáticos nos últimos anos, especialmente sobre a condução das negociações frente à instabilidade política em países do leste europeu.
O Qatar, por sua vez, sediará o mais importante torneio da Fifa em 2022, após ter vencido disputa justamente contra os norte-americanos, que também queriam receber o evento. O Emirado, localizado no Oriente Médio, é um dos estados mais ricos da região.
NOVA ORDEM
Para o geógrafo especialista em geopolítica Kláudio Cóffani, a intenção dos Estados Unidos é de estabelecer uma nova ordem mundial para o futebol, pois a que está em vigência sempre foi controlada pelos mesmos cartolas, independentemente dos norte-americanos.
O sistema atual teria, inclusive, submetido os EUA a derrotas (na escolha da sede para a Copa do Mundo de 2022), a fim de privilegiar os esquemas de corrupção. Afinal, há indícios de que o Qatar chegou a pagar propina para receber o campeonato da Fifa.
“Diante de tudo isso, surge uma excelente oportunidade para que os americanos, mais uma vez, ajam como os ‘xerifes do mundo’, valendo-se de toda a sua estrutura e inteligência para investigar a corrupção no futebol em escala global”, pontua Cóffani.
Segundo o geógrafo, a queda de Blatter do comando da maior organização do esporte é simbólica. “Os Estados Unidos conseguiram o apoio da Europa. Se ele continuasse no cargo, as seleções europeias, certamente, se retirariam da Copa do Mundo e montariam um torneio à parte. Não restaria nada para a Fifa”.
Na semana passada, um especialista da Universidade Harvard se posicionou de forma semelhante, reiterando o caráter imperialista da ação do governo norte-americano. “A ONU está presente em vários países, mas os EUA têm poder sobre ela. Isso não acontece com a Fifa, o que causa uma ruptura da hegemonia americana”, afirmou o professor John Shulman, que já foi jogador.
Professora vê excessos em ‘tese imperialista’
Para Beatriz Sabia, professora de Relações Internacionais da Universidade do Sagrado Coração (USC), há um exagero e até certo extremismo em avaliações como a do professor de Harvard. “Não enxergo uma ação imperialista”.
Em relação à Rússia (sede da Copa do Mundo de 2014), ela é taxativa ao dizer que não há, hoje, resquícios da Guerra Fria, iniciada após a Segunda Guerra Mundial e marcada pelas disputas ideológica e de poder entre os Estados Unidos e a então União Soviética.
“Não há sequer dois sistemas em jogo (capitalismo e socialismo). E, da parte do Barack Obama, não vejo qualquer movimento de uma reedição desse conflito. Ele é muito cauteloso. Existe, sim, um sentimento de competição por parte do (Vladmir) Putin, que é muito mais incisivo e já ameaçou, inclusive, vetar posicionamentos norte-americanos no Conselho de Segurança da ONU”, avalia Beatriz.
Mesmo quanto ao Qatar, segundo a professora, os Estados Unidos não demonstram acirramentos. “É claro que existe o fato de o país do Oriente Médio ter levado a Copa de 2022 (na disputa contra o Tio Sam), mas, no contexto geopolítico, eles estão mais próximos (ideologicamente) de Dubai. São ocidentalizados e não alimentam aquele sentimento de antiamericanismo”, diz ela sobre o antigo protetorado britânico.
A professora lembra ainda que, antes dos norte-americanos, o governo suíço já havia questionado os critérios para as escolhas das sedes do principal torneio da Fifa. “Ninguém se lembra muito disso, mas a coisa começou lá”.
MONEY
Apesar dos argumentos, Beatriz esclarece: há, sim, questões geopolíticas envolvidas na iniciativa dos EUA. “É uma maneira de se colocarem no sistema internacional do futebol. O esporte é importante e eventos como a Copa do Mundo envolvem muito dinheiro e diversos interesses”.
A movimentação financeira gerada pelo torneio, aliás, é um ponto crucial, segundo a especialista em relações internacionais.
“O capital que gira é muito grande e os norte-americanos ainda estão se recuperando de uma forte crise econômica. Seria importante para a reestruturação do país, como teria sido relevante para nós do Brasil, mas, infelizmente, não sentimos esse retorno por conta de uma série de problemas estruturais”, ressalta.
Grande negócio
O futebol movimenta bilhões em todo o mundo. Grandes astros faturam milhões. Somente o português Cristiano Ronaldo ganha, aproximadamente, US$ 44 milhões por ano. O argentino Lionel Messi, US$ 41,3 milhões. Os valores dos contratos de patrocinadores são exorbitantes. E tudo isso, é claro, desperta forte interesse dos Estados Unidos, segundo Kláudio Cóffani.
Além disso, o futebol tem se popularizado cada vez mais no país. “O soccer sempre foi tratado e disseminado como um esporte para mulheres nos EUA. Tanto é que a seleção feminina de lá é campeã do mundo. A ‘tradição’ começou na década de 1970 e as garotas da época, hoje, são mães e passaram o gosto pela modalidade a seus filhos e filhas”, explica.
Tanto é que o futebol, de acordo com o geógrafo, já figura como o segundo esporte mais popular entre os jovens norte-americanos. “Mesmo existindo há apenas 20 anos, a principal liga da modalidade já conta com frequência média de público superior à dos campeonatos da NBA (basquete) e NHL (hockey)”.
‘Cleptocracia’
Profundo conhecedor dos bastidores do futebol, o jornalista Luiz Carlos Azenha é categórico: nenhuma motivação geopolítica deve ser utilizada como argumento na tentativa de amenizar o escândalo que vem sendo evidenciado pelas investigações do FBI. “Os cartolas são bandidos e aquilo era uma ‘cleptocracia’. Houve um acúmulo de informações muito grande. Mais cedo ou mais tarde, tudo isso acabaria acontecendo”. Azenha aponta ainda um esgotamento nos esquemas de corrupção. “Os patrocinadores foram atingidos. Mesmo os grandes não querem mais ter relação com essa máfia e pagar propinas”, finaliza.
CBF milionária, clubes falidos
Luiz Carlos Azenha afirma que a falta de comprometimento dos cartolas com o futebol tem reflexo na falência da maioria absoluta dos clubes do Brasil. “Com exceção de uns cinco ou seis, estão todos quebrados.
Enquanto isso, temos uma CBF milionária. Quando o Noroeste, tão tradicional, deveria estar na segunda divisão (do Campeonato Paulista) e sem qualquer condição, em termos de receita, de sair de onde está?”, questiona. O jornalista conta que, nos Estados Unidos, o dinheiro é dividido igualmente entre os clubes, até mesmo nas modalidades mais rentáveis por lá, como o basquete, o beisebol.
“Todos têm recursos para montar boas equipes e os campeonatos são equilibrados. A cada vez, vence um. Aqui, não. Temos a lógica da audiência, que beneficia o Corinthians e o Flamengo, em um monopólio da TV Globo sustentado pela CBF”, critica.
Livro de bauruense antecipou escândalo da Fifa
A corrupção no futebol, envolvendo nomes como João Havelange e Ricardo Teixeira, fora evidenciada há cerca de um ano pelo livro “O lado sujo do futebol” (Editora Planeta). O jornalista bauruense Luiz Carlos Azenha e outros três autores foram responsáveis pela publicação dos resultados de um trabalho de fôlego sobre os bastidores do esporte.
“Nada do que veio à tona por meio das provas divulgadas pelo FBI nos surpreendeu. Tudo aquilo apenas confirmou o que a gente havia apurado. Existem essas empresas para fazer intermediação. No campo internacional, a ISL. No Brasil, a Traffic, do J. Hawilla. Sem necessidade, elas são colocadas de forma arbitrária pelos cartolas com o objetivo de cobrar comissões, que são transformadas em propina”, explica.
Segundo Azenha, o método utilizado pelos envolvidos é reproduzido em várias instâncias e não ocorre de forma eventual. “A articulação é sempre da mesma turma e as taxas de propina são altíssimas, por volta de 25%. É muito dinheiro. Em todos os contratos aos quais tivemos acesso, havia algum tipo de picaretagem, seja na base das vantagens ou envolvendo dinheiro mesmo”.
No livro, são reproduzidos documentos obtidos em cartórios de São Paulo e do Rio de Janeiro que apontam, por exemplo, a coincidência de aumentos de patrimônio de Ricardo Teixeira com os indicativos de recebimento de propina pelo cartola. “Tivemos acesso à lista dos pagamentos a ele e ao Havelange. Conseguimos com exclusividade na Suíça, antes de qualquer outro veículo de comunicação”.
FONTE:
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terça-feira, 9 de junho de 2015
‘Tio Sam’ e a geopolítica do futebol
Obama orquestrou golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT
Scott Lively
Prefácio de Julio Severo: Vendo o avanço implacável da agenda gay nos EUA, vários grandes líderes evangélicos americanos estão investindo na propagação da resistência em outros países. No ano passado, a Campanha pelos Direitos Humanos (CDH), que é o maior grupo homossexualista americano, publicou um relatório intitulado “Exportação de Ódio,” denunciando líderes cristãos americanos que, em contrariedade à política externa oficial dos EUA que promove a agenda gay no mundo inteiro, estão promovendo uma resistência mundial a essa agenda.
É claro que quando o próprio Mal diz que é “Exportação de Ódio” é exatamente o contrário. A real “Exportação de Ódio” — ódio pela família, crianças e cristãos — é o governo dos EUA financiando o ativismo homossexual no mundo inteiro.
Tenho saudades dos dias em que a maior exportação dos EUA eram o Evangelho de Jesus Cristo, com a bênção do governo americano. Hoje, é a sodomia…
O lugar número 1 do relatório da CDH ficou para o Rev. Scott Lively, autor livro “Pink Swastika,” que tem se destacado por inspirar os russos a assumir uma firme postura contra as políticas homossexualistas do Ocidente. O relatório também aponta que além da Rússia, ele também viaja para Uganda, Europa Oriental e Inglaterra.
Então se a maior organização homossexual do mundo diz que Lively é o inimigo número 1 da agenda gay mundial, a visão e o discernimento de Lively são extremamente importantes para os líderes pró-família internacionais. Eu fortemente incentivo você a ler e divulgar o alerta profético dele abaixo:
Vim a crer que Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria para impedir a Rússia de liderar uma revolta mundial contra sua vaca mais sagrada, a agenda LGBT. Embora houvesse fatores geopolíticos claramente importantes na decisão de Obama de iniciar a mudança no governo da Ucrânia, estou convencido de que o estímulo principal foi provocar estragos na oposição, que está em sua fase inicial, ao rolo compressor LGBT internacional. Escrevi sobre esse assunto aqui:
Agora vem a evidência de que George Soros, que é amigo de Obama e financia o escritório de advocacia marxista que está me processando por “Crimes Contra a Humanidade” por pregar contra a homossexualidade em Uganda, é um grande manipulador de fantoches na guerra civil da Ucrânia, algo que eu havia suspeitado sem provas, até agora.
Infelizmente, a estratégia de Obama funcionou e a Rússia foi forçada a sair de sua trajetória anterior de cooperação mundial, depois que o Ocidente adotou uma postura de inimizade cada vez maior e enquanto Obama e a elite neocon do Partido Republicano (unidos pela perversão) continuam a retratar a Rússia como um país excluído e, ao mesmo tempo, tentam simultaneamente provocar “mudanças de regimes” dentro das fronteiras russas.
Acredito que uma das consequências da estratégia de “punir a Rússia” é (perigosamente para Israel) a transformação do Irã no protagonista principal do Oriente Médio e os EUA foram forçados a se tornarem um pretendente (com o carinhoso tratado nuclear) para o “ex-“arqui-inimigo dos EUA numa tentativa de frustrar o fortalecimento das relações entre Rússia e Irã enquanto a Rússia se volta para o Leste por causa do desprezo do Ocidente. E, evidentemente, (perigosamente para os EUA) as relações entre Rússia e China estão aquecidas consideravelmente pela mesma razão.
Eu culpo essa transformação preocupante diretamente em Obama, cuja lealdade à agenda LGBT suplanta todas as outras preocupações, até mesmo o risco real e crescente de guerra nuclear.
Ainda acredito que a Rússia oferece um modelo, ainda que imperfeito, para o Ocidente enfrentar os marxistas culturais, mas com os EUA promovendo e impulsionando o renascimento da guerra fria, a incessante propaganda anti-russa nos meios de comunicação do Ocidente, e a Rússia cada vez mais se voltando politicamente para o Leste, tenho pouca esperança de que haverá uma revolução cultural liderada pela Rússia em valores pró-família.
Contudo, ironicamente, se resta alguma esperança, pode ser preservada pela própria Ucrânia. Como um observador político astuto recentemente comentou, o governo ucraniano achava que o Ocidente estava lhes oferecendo um prato de comida, mas em vez disso lhes deram propaganda LGBT. Agora os ucranianos estãoprotestando nas ruas contra a agenda gay.
Obama ainda pode fracassar em seus esforços de envenenar o mundo ocidental contra a Rússia, como ele fracassou em muitas áreas de política externa. Eu, por exemplo, gostaria de ver a restauração das tendências de cooperação que vimos nas relações entre EUA e Rússia antes do Obama ter decidido sabotá-las, e por consequência dessas sabotagens penso que a unidade em valores pró-família levaria um longo tempo para curar a divisão que Obama agravou entre Rússia e Ucrânia e para enfraquecer a agenda de perversões dos EUA e da União Europeia no resto da Europa Oriental e nos países bálticos.
Versão em inglês deste artigo: Obama Orchestrated Ukraine Coup to Re-Start Cold War and Prevent Russia from Leading Global Revolt Against LGBT Agenda
Fonte: www.juliosevero.com
Lula ironiza versículo da Bíblia é diz que é “bobagem” palavras de Jesus sobre pobres
Nesta quinta-feira (21/07) o ex-presidente da república Luís Inácio Lula da Silva num discurso em Salvador – BA fez certo descaso da famosa passagem bíblica sobre a entrada do rico e do pobre no Reino dos céus. Lula discursou para um público, formado principalmente por pequenos agricultores.
Durante o Lançamento do Plano de Safra da Agricultura Familiar da Bahia 2011/2021, o auge da participação de 15 minutos do ex-presidente da república, que a principio seria apenas uma breve saudação, foi quando ele resolveu fazer uma crítica ao versículo do evangelho de Lucas 18:25, “Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”.
Com o intuito de estimular os trabalhadores rurais lá presentes, disse que o céu deve ser vivido aqui na terra, tendo os pobres o direito de viver bem como os ricos, pois segundo ele alguém que levanta todos os dias, tendo a oportunidade de desfrutar do bom e do melhor já tem vivido o céu.
“Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro (…). Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo” disse.
Lula levou as pessoas presentes no “Lançamento do Plano de Safra da Agricultura Familiar” ao delírio e foi muito aplaudido pelas suas palavras de desejo ao céu ainda em vida para os trabalhadores.
FONTE:
http://noticias.gospelmais.com.br/lula-ironiza-versiculo-biblia-bobagem-jesus-pobres-22492.html
ALERTA: Depois da bíblia do Thalles Roberto, a Sociedade Bíblica do Brasil avaliza a publicação da bíblia gay
Segundo a edição de Brasília da revista Veja a Sociedade Bíblica do Brasil - A SBB - a mesma que já lançou a bíblia do Thalles Roberto - irá editar a primeira bíblia gay do país:
Bíblia para todas as cores
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| Souza: livro sagrado para gays (Foto: Roberto Castro) |
Pastor de uma igreja inclusiva que acolhe a comunidade de gays e lésbicas no DF, Marvel Souza conseguiu uma autorização inédita no país. Depois de dois anos de tentativas, recebeu da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), detentora dos direitos sobre textos bíblicos, o aval para editar uma versão comentada do livro sagrado. Em sua obra, o pastor, que lidera a comunidade Cidade de Refúgio, em Taguatinga, fará uma reflexão sobre as escrituras voltada para o público gay. “Teremos um olhar especial para os homoafetivos, mas também para negros e toda sorte de excluídos”, diz o pastor. A Bíblia Graça sobre Graça será vendida a partir de junho, com lançamento previsto para São Paulo, Rio e Brasília.
FONTE:
http://www.genizahvirtual.com/2015/06/depois-da-biblia-do-thalles-roberto.html
domingo, 7 de junho de 2015
Movimentação Illuminati: Rockefeller e Rothschild anunciam aliança estratégica

Duas das família mais poderosas e influentes do planeta, os Rockefeller (nos EUA) e os Rothschild (na Europa), estabeleceram uma nova "aliança estratégica" para unir esforços e oferecer oportunidades de investimento e de negócio a seus sócios e clientes.
As famílias anunciaram que o RIT Capital Partners, um fundo de investimentos com sede em Londres e controlado pelo barão Jacob Rothschild, adquirirá 37% da Rockefeller Financial Service, empresa nas mãos do grupo Rockefeller, segundo um comunicado de imprensa divulgado nesta sexta-feira.
Com esta aliança, anunciada após dois anos de negociações e que deve ser formalizada em setembro, ambas as firmas pretendem "colaborar" em soluções de investimento e outras áreas nas quais compartilham décadas de experiência para "servir melhor" os interesses de seus clientes e investidores.
"Lorde Rothschild e eu nos conhecemos há mais de cinco décadas e a conexão entre nossas duas famílias continua sendo muito forte, por isso estou feliz em dar as boas-vindas a Jacob e aos acionistas e sócios do RIT a nosso negócio", afirmou David Rockefeller, de 96 anos.
Os detalhes econômicos do acordo ainda são desconhecidos, mas uma vez que se aprove a aliança, o RIT Capital Partners, que conta com ativos avaliados em 1,9 bilhões de libras esterlinas, se transformará em um "investidor minoritário significativo" do grupo Rockefeller, cujos ativos totalizam US$ 34 bilhões.
"Como tantas outras pessoas no mundo, tenho acompanhado com admiração o desenvolvimento dos Rockefeller todos estes anos e acredito que esta aliança entre nossas duas famílias é realmente histórica", disse Lorde Rothschild, de 76 anos, no mesmo comunicado de imprensa.
Por sua vez, o diretor-executivo da Rockefeller&Co;, Reuben Jeffery, reiterou que este acordo se baseia "na força e nos atributos únicos" oferecidos por cada uma das partes em seus respectivos negócios, e que as empresas esperam oferecer novas oportunidades de investimento a seus clientes e acionistas.

Via: http://noticias.terra.com.br/rockefeller-e-rothschild-anunciam-alianca-estrategica,b478a418851ca310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
FBI: Brasil vendeu o jogo para a Alemanha num esquema de corrupção que envolveu milhões
Muita coisa envolve os principais dirigentes do futebol brasileiro. Foto: Divulgação
Informação do FBI que estão sendo levantadas nos EUA é o que o chefe da CBF ( Brasil ) preso pela Polícia Americana está envolvido no resultado do jogo entre Brasil e Alemanha. A histórica goleada na semifinal da Alemanha sobre a seleção brasileira pode ter envolvido milhões de dólares, onde cada jogador recebeu sua parte. Dentro de 30 dias será divulgado um balanço que poderá acabar com a vida profissional de muitos jogadores brasileiros reconhecidos pelos torcedores, afirmou o FBI. O esquema pode sobrar até para Rede Globo de Televisão.
“Dane-se o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados por futebol
Vários e-mails atualmente “denunciam” a venda desta Copa nas redes sociais. Os textos apresentam detalhes distintos, mas quase todos partem do mesmo autor: Gunther Schweitzer, o mesmo homem que denunciou a venda da Copa de 1998. Em alguns textos, Schweitzer é apresentado como diretor de jornalismo dos canais ESPN. Em outros, o nome aparece com o mesmo suposto cargo de 16 anos atrás: diretor da Rede Globo.
Além da troca de favores entre Brasil e Fifa, outra “questão” foi levantada nos últimos dias: a de que Neymar não teria efetivamente se lesionado na partida contra a Colômbia. Sites brasileiros e colombianos divulgaram imagens da chegada do atleta ao hospital de Fortaleza. Nelas, o paciente aparece com o rosto coberto e sem as tatuagens que o atacante possui no braço direito. Houve ainda quem adaptasse a história e afirmasse que Neymar simulou a lesão, pois foi o único que não concordou em vender a Copa à Fifa.
Informação do FBI que estão sendo levantadas nos EUA é o que o chefe da CBF ( Brasil ) preso pela Polícia Americana está envolvido no resultado do jogo entre Brasil e Alemanha. A histórica goleada na semifinal da Alemanha sobre a seleção brasileira pode ter envolvido milhões de dólares, onde cada jogador recebeu sua parte. Dentro de 30 dias será divulgado um balanço que poderá acabar com a vida profissional de muitos jogadores brasileiros reconhecidos pelos torcedores, afirmou o FBI. O esquema pode sobrar até para Rede Globo de Televisão.
“Dane-se o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados por futebol
Vários e-mails atualmente “denunciam” a venda desta Copa nas redes sociais. Os textos apresentam detalhes distintos, mas quase todos partem do mesmo autor: Gunther Schweitzer, o mesmo homem que denunciou a venda da Copa de 1998. Em alguns textos, Schweitzer é apresentado como diretor de jornalismo dos canais ESPN. Em outros, o nome aparece com o mesmo suposto cargo de 16 anos atrás: diretor da Rede Globo.
Além da troca de favores entre Brasil e Fifa, outra “questão” foi levantada nos últimos dias: a de que Neymar não teria efetivamente se lesionado na partida contra a Colômbia. Sites brasileiros e colombianos divulgaram imagens da chegada do atleta ao hospital de Fortaleza. Nelas, o paciente aparece com o rosto coberto e sem as tatuagens que o atacante possui no braço direito. Houve ainda quem adaptasse a história e afirmasse que Neymar simulou a lesão, pois foi o único que não concordou em vender a Copa à Fifa.
Escândalos envolve o futebol mundial
O jornal italiano “Corriere dello Sport” estampou na capa de sua edição desta sexta-feira que a Copa de 2002 teve resultados manipulados por árbitros, em favorecimento à Coreia do Sul. Entretanto, a manchete da publicação faz mais barulho do que sua reportagem.
O jornal afirma apenas que “um dia, talvez” as investigações sobre a Fifa descobrirão “ligações com a Copa do Mundo de 2002″, especialmente ao juiz equatoriano Byron Moreno, que teve arbitragem polêmica do jogo das oitavas de final contra a Itália, no qual mostrou cartões vermelhos e anulou um gol da Azzurra. O jornal lembra que o senador Raffaele Ranucci, chefe da delegação italiana naquele mundial, já havia denunciado possível favorecimento à Coreia do Sul, uma das sedes em 2002.
Escândalos envolve o futebol mundial
Na ocasião, os coreanos chegaram até a semifinal e eliminaram Portugal (fase de grupos), Itália (oitavas de final) e Espanha (quartas) – em jogos com polêmicas de arbitragem. O país sediou o Mundial junto com o Japão e terminou em quarto lugar.
A derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul é lamentada até hoje pelos italianos. Na ocasião, o árbitro equatoriano Byron Moreno anulou um gol claro de Tommasi que daria a classificação à Azzurra – o lance aconteceu na prorrogação, numa época que o gol de ouro fazia parte do regulamento.
A Espanha também reclamou bastante. O árbitro egípcio Gamal Al Ghandour, o ugandês Ali Tomusange e o trindadense Michael Ragoonath, seus auxiliares, anularam dois gols legítimos, um de Fernando Morientes e outro de Iván Helguera, que dariam a vitória e a classificação aos espanhois para a semifinal da Copa. A Coreia do Sul, na época treinada pelo holandês Guus Hiddink, acabou beneficiada e conseguiu sua melhor campanha na história dos Mundiais com a classificação nos pênaltis.
Rede Globo está com medo da investigação do FBI
O jornal italiano “Corriere dello Sport” estampou na capa de sua edição desta sexta-feira que a Copa de 2002 teve resultados manipulados por árbitros, em favorecimento à Coreia do Sul. Entretanto, a manchete da publicação faz mais barulho do que sua reportagem.
O jornal afirma apenas que “um dia, talvez” as investigações sobre a Fifa descobrirão “ligações com a Copa do Mundo de 2002″, especialmente ao juiz equatoriano Byron Moreno, que teve arbitragem polêmica do jogo das oitavas de final contra a Itália, no qual mostrou cartões vermelhos e anulou um gol da Azzurra. O jornal lembra que o senador Raffaele Ranucci, chefe da delegação italiana naquele mundial, já havia denunciado possível favorecimento à Coreia do Sul, uma das sedes em 2002.
Escândalos envolve o futebol mundialNa ocasião, os coreanos chegaram até a semifinal e eliminaram Portugal (fase de grupos), Itália (oitavas de final) e Espanha (quartas) – em jogos com polêmicas de arbitragem. O país sediou o Mundial junto com o Japão e terminou em quarto lugar.
A derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul é lamentada até hoje pelos italianos. Na ocasião, o árbitro equatoriano Byron Moreno anulou um gol claro de Tommasi que daria a classificação à Azzurra – o lance aconteceu na prorrogação, numa época que o gol de ouro fazia parte do regulamento.
A Espanha também reclamou bastante. O árbitro egípcio Gamal Al Ghandour, o ugandês Ali Tomusange e o trindadense Michael Ragoonath, seus auxiliares, anularam dois gols legítimos, um de Fernando Morientes e outro de Iván Helguera, que dariam a vitória e a classificação aos espanhois para a semifinal da Copa. A Coreia do Sul, na época treinada pelo holandês Guus Hiddink, acabou beneficiada e conseguiu sua melhor campanha na história dos Mundiais com a classificação nos pênaltis.
Rede Globo está com medo da investigação do FBI
Escândalos e mais escândalos estão envolta de algumas pessoas no mundo da bola
Um dos focos das investigações da Justiça americana sobre o escândalo de corrupção na Fifa são transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua diretamente há décadas; parceira incondicional da Fifa desde o mundial 1970, a Globo é detentora da transmissão no Brasil de praticamente todos os eventos investigados pelo FBI: Copa do Mundo, Libertadores, Copa América e até a Copa do Brasil; o elo mais forte entre Globo e Fifa é o brasileiro José Hawilla, da Traffic Group, que assumiu os crimes de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro e vai devolver US$ 151 milhões; além disso, J. Hawilla é dono da TV TEM, maior afiliada da Globo no país; apesar das ligações perigosas, a Globo se limitou a dizer, no Jornal Nacional, que “o ambiente de negócio do futebol seja honesto”; também afirmou que “sobre essas empresas de mídia não pesam acusações ou suspeitas”
Segundo a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os acordos da entidade nos últimos 20 anos.
A investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratos de direitos de transmissão de eventos organizados pela Fifa, como a Copa da Mundo ou Copa Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão, as empresas revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas, aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os direitos de transmissão da Copa América no Brasil.
A empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.
Na época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho.
J. Hawilla, parceiro dos Marinho
Entre a Fifa e a Globo aparece um elo de ligação que é peça chave nas investigações de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.J. Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça – ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu patrimônio – US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela imprensa nacional como “dono do futebol brasileiro”.
A ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos internacionais de TV da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em 2014. A empresa de J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.
Além relações perigosas no futebol, Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318 municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J. Hawilla também comprou, em 2009, o “Diário de S.Paulo”, mas vendeu o jornal logo em seguida.
Sonegação na Copa de 2002
A Rede Globo criou um “antecedente criminal” em sua relação comercial com a Fifa, intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão, da qual o Brasil foi campeão.
A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.
“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.
A artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.
Em 2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela compra dos direitos (leia mais).
Via Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”
A única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um editorial lido por William Bonner no “Jornal Nacional” nessa quarta-feira, 27, quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça americana.
“A TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem um esforço enorme para satisfazer essa paixão”, acrescentou Bonner.
Um dos focos das investigações da Justiça americana sobre o escândalo de corrupção na Fifa são transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua diretamente há décadas; parceira incondicional da Fifa desde o mundial 1970, a Globo é detentora da transmissão no Brasil de praticamente todos os eventos investigados pelo FBI: Copa do Mundo, Libertadores, Copa América e até a Copa do Brasil; o elo mais forte entre Globo e Fifa é o brasileiro José Hawilla, da Traffic Group, que assumiu os crimes de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro e vai devolver US$ 151 milhões; além disso, J. Hawilla é dono da TV TEM, maior afiliada da Globo no país; apesar das ligações perigosas, a Globo se limitou a dizer, no Jornal Nacional, que “o ambiente de negócio do futebol seja honesto”; também afirmou que “sobre essas empresas de mídia não pesam acusações ou suspeitas”
Segundo a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os acordos da entidade nos últimos 20 anos.
A investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratos de direitos de transmissão de eventos organizados pela Fifa, como a Copa da Mundo ou Copa Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão, as empresas revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas, aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os direitos de transmissão da Copa América no Brasil.
A empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.
Na época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho.
J. Hawilla, parceiro dos Marinho
Entre a Fifa e a Globo aparece um elo de ligação que é peça chave nas investigações de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.J. Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça – ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu patrimônio – US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela imprensa nacional como “dono do futebol brasileiro”.
A ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos internacionais de TV da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em 2014. A empresa de J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.
Além relações perigosas no futebol, Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318 municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J. Hawilla também comprou, em 2009, o “Diário de S.Paulo”, mas vendeu o jornal logo em seguida.
Sonegação na Copa de 2002
A Rede Globo criou um “antecedente criminal” em sua relação comercial com a Fifa, intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão, da qual o Brasil foi campeão.
A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.
“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.
A artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.
Em 2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela compra dos direitos (leia mais).
Via Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”
A única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um editorial lido por William Bonner no “Jornal Nacional” nessa quarta-feira, 27, quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça americana.
“A TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem um esforço enorme para satisfazer essa paixão”, acrescentou Bonner.
No “Jornal da Globo” desta quarta (29), também disse que “não pesam acusações ou suspeitas sobre as empresas de mídia de todo o mundo que compraram desses intermediários os direitos de transmissão”, caso da Globo.(APC:news)
FONTE:
quarta-feira, 3 de junho de 2015
11 de setembro foi farsa, revelam cientistas
Cientistas dinamarqueses deixam questões para se refletir, fatos descobertos pelos pesquisadores revelam que o atentado do 11 de setembro foi uma grande farsa: "A ganância do ser humano não tem limites."
Por redação
"A ganância do ser humano não tem limites."
Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gêmeas e do prédio 7.
Essa pesquisa vem confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos. Outras matérias que vêm de encontro a esse achado são as da equipa de Arquitectos para o 9/11.
Com esse achado explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido a temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço. O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. Ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.
E por três meses fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres. Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque” ele segurou os prédios em dois bilhões de dólares contra ataque terrorista, algo como todos sabemos um tanto incomum. O ataque 9/11 serviu para:
1. Criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelense no Médio Oriente.
2. Desaparecer com 1,5 trilhões de dólares a fundo perdido das contas do Pentágono (Rumsfeld declarou um dia antes).
3. Documentos provas contra a Enron que desapareceram na queda do predio 7.
4. Auto-pagar os empreiteiros, talvez via Larry Silverstein e a fortuna que ele arrecadou de seguro. Existem evidências que agentes do Mossad (serviço israelense) foram capturados no dia carregando explosivos. Todos foram libertados pelo FBI. (esta informação precisa ser confirmada).
FONTE:
Cristãs FEMINISTAS lançam campanha para se referir a Deus como 'Ela'
Emma Percy, uma das líderes do movimento pela igualdade de gênero para Deus - Reprodução/Twitter(@emmapercy3)
Um grupo de cristãs lançou campanha para incentivar os fiéis a se referirem a Deus como "Ela".
Batizado de Watch e mais conhecido como Mulheres e a Igreja, o grupo afirma que usar apenas o "Ele" nos rituais e nas orações faz com que Deus seja mais parecido com homens, o que configura um caso de sexismo.
Uma das líderes do movimento é a pastora anglicana Emma Percy, responsável pela capela do Trinity College, em Oxford (Inglaterra). Ela disse ao "Sunday Times":
"Quando usamos apenas o masculino para Deus reforçamos a ideia de que Deus é como um homem. Assim, sugerimos que Deus é mais semelhante aos homens do que às mulheres".
Batizado de Watch e mais conhecido como Mulheres e a Igreja, o grupo afirma que usar apenas o "Ele" nos rituais e nas orações faz com que Deus seja mais parecido com homens, o que configura um caso de sexismo.
Uma das líderes do movimento é a pastora anglicana Emma Percy, responsável pela capela do Trinity College, em Oxford (Inglaterra). Ela disse ao "Sunday Times":
"Quando usamos apenas o masculino para Deus reforçamos a ideia de que Deus é como um homem. Assim, sugerimos que Deus é mais semelhante aos homens do que às mulheres".
Outra pastora, Kate Bottley, já está retirando, quando possível, todas as referências a "Ele" e "Dele" durante a pregações, contou o "Metro".

Muito popular nas redes sociais, Kate Botley (entre noivos) já se refere a Deus como 'Ela' em pregações - Reprodução/Twitter(@revkatebottley)
FONTE:
'Lula e Dilma dão dinheiro do povo para ladrões da CBF e da FIFA', diz jornalista britânico; veja vídeo
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| Imagem: Reprodução/Youtube |
Em reportagem exibida pela ESPN em 2011, Andrew Jennings, pioneiro em denúncias contra a FIFA e a CBF, assim como a respeito da realização da Copa do Mundo, foi taxativo: “O governo brasileiro está dando dinheiro para os ladrões da FIFA, não está usando os impostos dos brasileiros em educação e infraestrutura”. De acordo com ele, os brasileiros deveriam estar com muita raiva dessa situação. Assista e relembre:
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'Lula é a pior figura pública brasileira de todos os tempos', afirma jornalista; veja o vídeo
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PMDB DE TEMER JOGADO NA LAMA –DEDO DURO, CHEFE DO PETROLÃO ABRE O BICO E CONTA TUDO - ISSO É O BRASIL.....

O assunto em Brasília é um só! Nessa véspera de feriado nacional o PMDB se “remói” em busca da informação inteira. O que teria contado o empreiteiro-chefe do Petrolão aos Procuradores da República?
TUDO! Absolutamente tudo… Lobão e Roseana Sarney já são alvos de investigação no STF. Mas agora o “cocô” e o “fedor” está se espalhando com uma rapidez inimaginável nos esgostos da capital da república. Não sobra uma cabeça coroada do PMDB. Ricardo Pessoa colocou tudo que havia armazenado num gigantesco ventilador…
Leia o início de uma matéria publicada pelo jonal o Globo desta quarta, 03 de junho.
“BRASÍLIA – A delação premiada do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, tratou de um suposto esquema de pagamento de propina em contratos de obras da usina nuclear Angra 3, em Angra dos Reis, segundo fontes com acesso às investigações no Supremo Tribunal Federal (STF). Pessoa, apontado como chefe do chamado “clube do cartel”, teria detalhado pagamentos envolvendo parlamentares do PMDB e gestores da Eletrobras Eletronuclear, órgão responsável pelas obras da usina. A delação é conduzida sob sigilo pela Procuradoria Geral da República.
O depoimento de Pessoa reforça o teor da delação do ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini. Ele também decidiu colaborar com a Justiça em troca de um alívio nas penas. Segundo Avancini, coube à UTC, com participação de Pessoa, convocar uma reunião para acertar propina ao PMDB e a dirigentes da Eletronuclear, entre eles o presidente da estatal, almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva.
FONTE:
FBI: Hitler não morreu, fugiu para a Argentina - Admissão impressionante
Escondidos na vista lisa. Hitler fugiu para a Argentina e todos os detalhes estão disponíveis para visualização no site do próprio FBI: fbi.gov
Red Flag Notícias relata:
Documentos do FBI recentemente desclassificados provar que o governo sabia que Hitler estava vivo e bem, e estar nas montanhas dos Andes por muito tempo após a Segunda Guerra Mundial.
Em 30 de abril de 1945, Adolf Hitler se suicidou em seu bunker subterrâneo. Seu corpo foi descoberto mais tarde e identificados pelos soviéticos antes de ser levado de volta para a Rússia. É realmente possível que os soviéticos foram deitado todo esse tempo, e que a história foi propositadamente reescrito?
Ninguém pensava assim até a liberação dos documentos do FBI. Parece que é possível que o homem mais odiado da história escapou Alemanha devastada pela guerra e viveu uma vida bucólica e tranquila nos maravilhosos sopé da Cordilheira dos Andes.
A Comunidade de Inteligência conheceu.
Documentos do FBI divulgados recentemente estão começando a mostrar que não só foi Hitler e Eva Braun suicídio de falsificado, a par infame poderia ter tido a ajuda do diretor do próprio OSS, Allen Dulles.
Em um documento do FBI de Los Angles, é revelado que a agência estava bem ciente de um submarino misterioso fazendo o seu caminho até a costa argentina cair fora oficiais nazistas de alto nível. O que é ainda mais surpreendente é o fato de que o FBI sabia que ele estava de fato vivendo no sopé da Cordilheira dos Andes.
Quem é o misterioso informante?
Em uma carta Los Angeles com o Bureau, em agosto de 1945, um informante não identificado concordaram em trocar informações de asilo político. O que ele disse aos agentes foi impressionante.
O informante não só conhecia Hitler estava na Argentina, ele foi um dos confirmados quatro homens que tinham encontrado o submarino alemão. Aparentemente, dois submarinos haviam desembarcado na costa argentina, e Hitler com Eva Braun estava a bordo do segundo.
O governo argentino não só congratulou-se com o ex-ditador alemão, mas também ajudou em seu esconderijo. O informante passou a não só dar instruções detalhadas para as aldeias que Hitler e seu partido tinham atravessado, mas também detalhes físicos credíveis em matéria de Hitler.
Embora por razões óbvias o informante nunca é chamado nos documentos do FBI, ele era credível o suficiente para ser considerado por alguns agentes.
O FBI tentou esconder o paradeiro de Hitler.
Mesmo com uma descrição física detalhada e instruções o FBI ainda não seguimento a estas novas pistas. Mesmo com a evidência colocando o sub alemão U-530 na costa argentina pouco antes de finalmente circundante, e uma abundância de testemunhas oculares de oficial alemão que está sendo deixado cair fora, ninguém investigou.
Mesmo mais evidência é encontrada:
Juntamente com os documentos do FBI detalhando uma conta testemunha ocular do paradeiro de Hitler na Argentina, mais evidência está vindo à luz para ajudar a provar que Adolf Hitler e Eva Braun não morreu naquele bunker.
Em 1945, o Adido Naval em Buenos Aires informou Washington havia uma alta probabilidade de que Hitler e Eva Braun tinha acabado de chegar na Argentina. Isto coincide com os avistamentos do submarino U-530. Adicionado prova vem na forma de artigos de jornal detalhando a construção de uma mansão de estilo bávaro, no sopé da Cordilheira dos Andes.
Outra prova vem na forma do arquiteto Alejandro Bustillo que escreveu sobre seu projeto e construção de nova casa de Hitler, que foi financiado por imigrantes alemães ricos anteriores.
Prova irrefutável de que Hitler Escapou:
Talvez a evidência mais represamento que Hitler fez sobreviver à queda da Alemanha encontra-se na Rússia. Com a ocupação soviética da Alemanha, supostos restos mortais de Hitler foram rapidamente escondido e enviado para a Rússia, para nunca mais ser visto novamente. Isto é, até 2009, quando um arqueólogo do estado de Connecticut, Nicholas Bellatoni foi autorizada a realizar testes de DNA em um dos fragmentos do crânio recuperados.
O que ele descobriu desencadear uma reação através da inteligência e comunidades acadêmicas. Não só o DNA não encontraram amostras gravadas pensado para ser de Hitler, eles não se encontraram DNA familiar de Eva Braun quer. Então a questão é, o que os soviéticos descobrir no bunker, e onde é Hitler?
Até o ex-geral e presidente Dwight D. Eisenhower escreveu a Washington.
Não foi apenas o general Eisenhower, que estava preocupado com o desaparecimento de competir Hitler, Stalin também expressou suas preocupações. Em 1945, o jornal Stars and Stripes citou então General Eisenhower como acreditando que existia a possibilidade real de Hitler viver com segurança e conforto na Argentina.
É possível?
Com todas as novas evidências encontradas vindo à luz, é possível e até provável que não só fez Hitler fuga da Alemanha; ele teve a ajuda da comunidade internacional de inteligência. Documentos do FBI divulgados provar que não só estivessem cientes da presença de Hitler na Argentina; eles também estavam ajudando a encobri-lo.
Não seria a primeira vez que o OSS ajudaram um alto funcionário nazista para escapar da punição e captura. Olhe para a história de Adolf Eichmann, que foi localizado na Argentina na década de 1960.
Será que Hitler escapar para a Argentina? A resposta é sim.
Ex-funcionários da Intel: relatório do Pentágono prova a cumplicidade dos EUA em ISIS
Denunciantes governamentais de renome pesar sobre debate sobre o documento desclassificado controversa
Esta história é publicado pela insurgé INTELLIGENCE , um novo projeto de jornalismo de investigação financiados pela multidão.
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De acordo com os principais especialistas de inteligência americanos e britânicos, um relatório do Pentágono desclassificados confirma que o Ocidente acelerado apoio aos rebeldes extremistas na Síria, apesar de saber muito bem a estratégia abriria o caminho para o surgimento do "Estado islâmico" (ISIS).
Os especialistas que falaram incluem denunciantes governamentais de renome, como o Pentágono Daniel Ellsberg, da NSA Thomas Drake, e do FBI Coleen Rowley, entre outros.
Suas observações demonstram a natureza fraudulenta de reivindicações por dois outros antigos funcionários da CIA, Michael Morell e da NSA John Schindler, ambos os quais tentam absolver o governo Obama de responsabilidade pelos fracassos da política expostos pelos documentos da DIA.
Prevendo ISIS
Como eu informou em 22 de maio, a Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA) documento obtido pela Judicial Watch sob Freedom of Information confirma que a comunidade de inteligência dos Estados Unidos previu a ascensão do ISIS, há três anos, como consequência directa do apoio a rebeldes extremistas em Síria.
'Informações Intelligence Report' ago 2012 (IIR) revela que o núcleo esmagadora da insurgência síria naquela época era dominada por uma variedade de grupos militantes islâmicos, incluindo a al-Qaeda no Iraque (AQI). Ele advertiu que os "poderes" de apoio à insurgência - identificadas no documento como o Ocidente, Estados do Golfo, ea Turquia - queria ver o surgimento de uma "salafista Principado" no leste da Síria para "isolar" o regime de Assad.
O documento também forneceu uma extraordinária previsão presciente que um quase-pequeno estado islâmico tal, apoiada por Estados sunitas da região, iria amplificar o risco de a declaração de um "Estado islâmico" em todo o Iraque ea Síria. O relatório ainda DIA antecipou a queda de Mosul e Ramadi.
Dividir para reinar
Na semana passada, denunciante lendário Daniel Ellsberg, o ex-oficial do Pentágono carreira e analista militar dos EUA que vazou documentos do Pentágono expondo Casa Branca encontra-se sobre a Guerra do Vietnã, descreveu o meu relatório insurgé no documento DIA como "uma história muito importante."
Daniel Ellsberg, o ex-analista militar dos EUA que vazou documentos do Pentágono em 1971, revelando a forma como o público norte-americano tinha sido enganado sobre a Guerra do Vietnã.
Em uma extensa podcast de entrevista , ele disse que o documento DIA forneceram evidências convincentes de que a Síria estratégia do Ocidente criou ISIS. O DIA, ele disse, "em 2012, foi afirmando que as potências ocidentais estavam apoiando grupos extremistas islâmicos na Síria que se opunham Assad ...
"Eles não eram apenas como afirmavam apoiar grupos moderados, que estavam perdendo membros para os mais grupos extremistas, mas que eles foram diretamente apoiar os grupos extremistas. E eles estavam prevendo que esse apoio iria resultar em uma organização Estado Islâmico, uma ISIS ou ISIL ... Eles estavam incentivando-o, considerando-a como um desenvolvimento positivo, porque era anti-Assad, Assad sendo apoiado pela Rússia, mas também curiosamente China ... e do Irã ... Portanto, temos a China, a Rússia eo Irão apoiar Assad, e os EUA, começando dizendo Assad deve ir ... O que ele [Nafeez Ahmed] está falando, o relatório DIA, é extremamente significativo. Ele se encaixa em um quadro geral que eu estou ciente de, e soa plausível para mim ".
Ellsberg também observou que "é muito bem conhecido" na comunidade de inteligência que a Arábia Saudita patrocina terroristas islâmicos para este dia:
"É uma espécie de um acordo que os sauditas vão apoiar vários extremistas islâmicos, em todo o mundo, eo negócio é que eles [extremistas] não vai tentar derrubar o, camarilha corrupta-beber álcool na Arábia Saudita."
Ellsberg, que era um ex-analista sênior da RAND Corp, também concordou com a relevância de um relatório da RAND 2008 US Army-comissionados, citado em minha história insurgé, e também examinou em profundidadepara o Oriente Médio Eye.
O relatório da RAND US Army-financiado defendeu uma série de cenários de políticas para o Oriente Médio, incluindo uma estratégia de "dividir para reinar" para jogar fora facções sunitas e xiitas uns contra os outros, que Ellsberg descreve como "política imperial padrão" para o EUA.
A RAND relatório ainda confirmada (p 113). que a sua estratégia de "dividir para reinar" já estava sendo executada no Iraque na época:
"Hoje no Iraque essa estratégia está sendo usado um nível tático, como os Estados Unidos agora faz alianças temporárias com grupos insurgentes nacionalistas que tinha sido lutando por quatro anos ... proporcionando cenouras na forma de armas e dinheiro. No passado, estes nacionalistas têm cooperado com a Al-Qaeda contra forças dos EUA. "
A ativação confirmou desta estratégia de dividir para reinar talvez explique por que a abordagem auto-destrutivo EUA na Síria é atiçar o fogo de ambos os lados: aliar-se simultaneamente com estados como a Turquia que continuaram a patrocinar secretamente ISIS, enquanto estiver trabalhando com Assad através do russos para combater ISIS. Ellsberg acrescentou:
"Como Assad é o principal adversário do ISIS, estamos secretamente coordenando nossos ataques aéreos contra ISIS com Assad. Assim somos nós contra Assad, ou não? É ambivalente ... Eu acho que Obama e todo mundo ao seu redor é claro que eles não mais como eles estão dizendo querer Assad a deixar o poder. Eu não acredito que essa é a sua intenção mais, como eles acreditam que qualquer um que consegue Assad seria muito pior ".
Se for verdade, a análise de Ellsberg expõe a hipocrisia profundamente enraizada da campanha anterior contra Assad, a atual campanha contra o ISIS, e por que ambos aparecem destinado ao fracasso.
Script de Frankenstein
Coleen Rowley, aposentado agente especial do FBI descreveu o meu relatório sobre o documento DIA como "excelente".
Agente especial do FBI ex-Coleen Rowley testemunhou perante o Senado e 9/11 da Comissão sobre as investigações do FBI como Quartel em Washington DC tinha sabotado que poderia ter descoberto a trama 9/11
Rowley, que foi escolhido como TIME "Pessoa do Ano" em 2002, depois de revelar como pré-11/9 inteligência foi ignorado pelos superiores do FBI, disse que do documento:
"É como o médico sedento de poder louco que criou Frankenstein, só para ter a sua vez monstro contra ele. É difícil sentir pena quando o médico insano recebe o seu devido. Mas no nosso caso, esse script está constantemente a repetir. A busca por 'domínio de espectro total "e cegueira do excepcionalismo parece significar estamos condenados a ficar repetindo o roteiro' de Charlie Wilson Guerra Frankenstein '... Os vários belicistas neoconservadores e complexo industrial militar, a maioria deles ineptos Princípios Pedro, simplesmente não fazer importo. "
Também comentando sobre o relatório do Pentágono desclassificado, ex-executivo sênior NSA Thomas Drake - o denunciante que inspirou Edward Snowden - condenou "o papel do Ocidente no ISIS e ameaça de" extremistas violentos ", justificando vigilância e libercide em casa."
Thomas Drake, ex-executivo sênior NSA, que vazou informações sobre o projeto em 2006 Trailblazer corrupto e disfunção da NSA.
Estratégia da cunha
Alastair Crooke, um ex-oficial sênior MI6 que passou três décadas na agência, disse ontem que o documento DIA oferece corroboração claro que os EUA estavam secretamente buscando uma estratégia para conduzir um extremista Salafi "cunha" entre o Irã e seus aliados árabes.
Alistair Crooke trabalhava para o MI6 por três décadas, a nível superior, especializada na política do mundo muçulmano. Ele passou a aconselhar a UE em matéria de política externa do Oriente Médio, e é atualmente diretor-fundador do Fórum de Conflitos em Beirute.
A estratégia era, Crooke confirma, o pensamento padrão no estabelecimento inteligência ocidental por aproximadamente uma década.
"A idéia de dividir os grandes estados árabes em enclaves étnicos ou sectários é" canard ", um velho Ben Gurion e dividir o Iraque em linhas sectárias tem sido a receita de vice-presidente Biden desde a guerra no Iraque", escreveu Crooke, que havia coordenado de assistência britânico para os mujahideen afegãos na década de 1980. Após seu longo stint MI6, ele se tornou Médio Oriente assessor chefe de política externa da União Europeia (1997-2003).
"Mas a idéia de dirigir um 'cunha' sunita no telefone fixo ligando o Irã à Síria e ao Hezbollah no Líbano tornou-se estabelecido grupo ocidental pensar na esteira da guerra de 2006, na qual Israel falhou para de-fang Hezbollah", continuou Crooke. "A resposta a 2006, pareceu-potências ocidentais, era cortar o Hezbollah a partir de suas fontes de abastecimento de armas do Irã ...
"... Em suma, a avaliação DIA indica que o conceito de 'cunha' estava sendo dada uma nova vida pelo desejo de pressionar Assad, na esteira do 2011 insurgência lançada contra o Estado sírio. 'Poderes de Apoio' efetivamente queria injetar fluido de fraturamento hidráulico para a Síria oriental (salafistas radicais), a fim defraturar a ponte entre o Irã e seus aliados árabes, mesmo à custa deste "fracking" abrir fissuras direita para baixo dentro do Iraque para Ramadi. (Avaliações de inteligência finalidade é proporcionar "uma visão" - não para descrever ou prescrever política Mas é claro que os «relatórios Dia 'advertências' foram amplamente divulgados e teria sido articulada em consideração política..)
"Mas este 'view' tem exatamente aconteceu. É verdade. Pode-se concluir, então, que no debate político, a noção de isolar o Hezbollah do Irã, e de enfraquecer e de pressurização Presidente Assad, simplesmente forjadas o julgamento do senso comum que, quando você bomba de fraturamento substâncias altamente tóxicas e perigosas em formações geológicas, você nunca pode inteiramente saber ou controlar as consequências ... Então, quando o GCC exigiu um "preço" para qualquer negócio Irã (ou seja, reunindo "fracking" forças perto de Aleppo), a passagem tinha sido já parcialmente sido vendidos por os EUA em 2012, quando ele não o fez opor ao que queria que os "poderes de apoio '".
Shills Intel
Análise do relatório DIA de Crooke mostra que é irrelevante saber se ou não o "Ocidente" deve ser incluído nos "poderes de apoio" descritos pelo relatório como especificamente que desejam uma "salafista Principado" no leste da Síria. De qualquer maneira, os grupos de relatórios "do Ocidente, os países do Golfo e da Turquia" como suportar o insurgência síria juntos - destacando que os países do Golfo e da Turquia operado em aliança com os EUA, Grã-Bretanha e outras potências ocidentais.
As observações dos especialistas em inteligência Ellsberg, Rowley, e Drake adicionar mais peso à análise de Crooke. Eles vêm em adição aos comentários que eu tinha anteriormente recebidos sobre o documento DIA a partir de ex-oficial da MI5 luta contra o terrorismo, Annie Machon, eo ex-oficial de inteligência antiterrorista, Charles Shoebridge.
Os comentários minar as recentes alegações de desonrado US comentarista de segurança nacional, John Schindler, um oficial da inteligência NSA aposentado, no sentido de que o relatório de agosto de 2012 DIA é "quase incompreensível", "tão fortemente redigido que a sua difícil dizer muito significativa sobre ele "," Nada de especial aqui, nem um pouco "," rotina "," um ponto único de dados ", e assim por diante.
Schindler cita o uso do DIA de "Curveball" - o informante iraquiano que fabricou alegações sobre armas de destruição em massa de Saddam Hussein (ADM) - como prova da agência de "menos de reputação estelar." Mas isso deturpa o fato observado pela CIA Valerie Plame Wilson que "foi amplamente conhecido [na comunidade de inteligência] que Curveball não era uma fonte credível e que havia sérios problemas com suas reportagens."
Como já documentado em outros lugares , a mitologia ameaça ADM não foi o resultado de uma "falha de inteligência", como Schindler e sua turma gostam de afirmar, mas uma conseqüência da corrupção e politização da inteligência sob a influência de interesses particulares duvidosos.
Também ao contrário do desinformação de Schindler, um IIR fornece dados de inteligência brutos de fontes humanas (HUMINT), e não simplesmente rumor, fofoca ou opinião. Antes de distribuição mais ampla, o IIR são examinados para determinar se ele é digno de divulgação para a comunidade de inteligência. IIRS em seguida, fornecer uma base fonte para avaliação, interpretação, análise e integração com outras informações.
Longe de justificar o despedimento da relevância dos documentos desclassificados DIA, isso mostra que questões urgentes deve ser feita:
O que aconteceu com estes dados inteligência bruta, descrito por seis especialistas em inteligência dos EUA do Reino Unido, fornecendo confirmação condenatório de estratégia como ocidental levou ao surgimento de ISIS?
E por que não levar a uma mudança na política, apesar de 'clara advertência do conseqüência de uma entidade a partir de ISIS-aliados ocidentais dos analistas DIA desejo de ver um' salafista Principado 'na região - uma advertência que era, em retrospectiva, bastante precisa?
Intel são críticos traidores?
Schindler previamente caracterizados NSA denunciante Edward Snowden como um traidor e "peão ... dos adversários da América."
Ele agora declara que aqueles que citam o relatório DIA como prova a comunidade de inteligência "sabia mais sobre a ascensão do Estado Islâmico do que deixá-on" são na melhor das hipóteses "tolos; na pior das hipóteses, eles são enganadores que mentem para o povo americano. "
Pelo contrário, seis ex-altos funcionários norte-americanos e britânicos de inteligência decorados, muitos com experiência direta de IIRS e sua função, concorda que o relatório fornece insights DIA significativa no tipo de inteligência à disposição da comunidade de inteligência dos EUA na época.
No entanto, para Schindler, ao que parece, Ellsberg, Drake, Rowley, Crooke, Machon e Shoebridge são todos, de forma eficaz, traidores simplesmente para emprestar seus conhecimentos para a compreensão pública dos documentos recentemente desclassificados.
Como Marcy Wheeler assinala em Salon , o grande corpus de documentos secretos DIA obtido por Judicial Watch demonstra, pelo menos, que:
"A Comunidade de Inteligência (CI) sabia que AQI tinha ligações com os rebeldes na Síria; eles sabiam o nosso Golfo e aliados turcos foram felizes para fortalecer os extremistas islâmicos em uma tentativa de derrubar Assad; e agentes da CIA em Benghazi (no mínimo) observou como os nossos aliados rebeldes armados com armas da Líbia. E o IC sabia que um AQI afluência pode levar ao colapso do Iraque. Isso não é a mesma coisa que criar ISIS. Mas ele faz montante de fazer pouco ou nada, enquanto os nossos aliados tinham uma mão na criação ISIS.Tudo o que deve levantar questões reais sobre por que ainda estamos aliados com os países voluntariamente capacitar grupos terroristas então, e quão seriamente eles planejam lutar esses grupos terroristas agora. Porque enquanto a CIA pode não ter deliberadamente criado ISIS, com certeza parece ter assistiu, impassível como nossos aliados ajudaram a fazê-lo ".
No entanto, Wheeler tem vista para que a dependência de aliados estrangeiros é uma estratégia de guerra por procuração padrão - como Ellsberg explicou em sua entrevista - usado pelo braço operações encobertas do governo dos EUA para garantir a "negação plausível".
Como eu disse na minha Médio Oriente Olho análise do documento DIA, há amplas evidências contra o qual a contextualizar as afirmações do relatório DIA. Esta evidência mostra que a CIA não se limitou a assistir "impassível", como os países do Golfo e da Turquia apoiado extremistas violentos na Síria, mas ativamente supervisionado, facilitou e acelerou esta política.
O documento agosto 2012 DIA corrobora ainda mais esta apontando repetidamente que o apoio à insurgência síria de seus aliados foi ele próprio apoiado por "Ocidente" - apesar da consciência de sua intenção de estabelecer um extremista Salafi entidade política.
Enquanto o documento DIA era, na verdade, apenas um ponto-de dados, analisá-lo em contexto com os outros relatórios DIA, juntamente com fatos incontestáveis no registro público , estabelece que o Pentágono foi cúmplice em apoio de terroristas islâmicos dos seus aliados, apesar de reconhecer este poderia criar um "Estado islâmico" no Iraque e na Síria.
Estas revelações mostram que os verdadeiros traidores não são os denunciantes corajosos que sacrificam tudo para falar em nome do interesse público, mas shills sem vergonha como Schindler e Morell que voluntariamente desinfetar um sistema disfuncional e perigoso "segurança nacional" do escrutínio público legítimo.
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