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quinta-feira, 31 de março de 2016

Atirador dispara em faculdade nos Estados Unidos e deixa mortos

Dez pessoas morreram; Obama defende controle de armas.

Imprensa diz que atirador era Chris Harper Mercer, de 26 anos; ele morreu.

Um atirador disparou nesta quinta-feira (1º) na Umpqua Community College, faculdade comunitária no estado do Oregon, nos Estados Unidos. A faculdade, que fica a 9,7 km da cidade de Roseburg, foi fechada. A polícia foi ao local, houve troca de tiros com o suspeito, e ele morreu.

Segundo o jornal "The New York Times" e as redes de TV NBC News e CBS News, o atirador seria Chris Harper Mercer, de 26 anos. As emissoras dizem que o nome foi revelado por diversas fontes policiais.

Dez pessoas morreram, segundo disse o xerife do condado de Douglas, John Hanlin, em coletiva de imprensa, sem especificar se o atirador está entre os 10 mortos. Outras 7 pessoas ficaram feridas, sendo três em estado crítico. Ele informou que o atirador era um homem que foi localizado em uma sala de aula. Segundo o xerife, houve troca de tiros, e o suspeito foi morto. Os policiais não ficaram feridos. A governadora do Oregon, Kate Brown, disse em pronunciamento em Portland que o atirador teria 20 anos.

Os feridos foram transportados para receber atendimento médico. Outros estudantes e funcionários da faculdade foram levados de ônibus a um centro do condado para encontrar seus familiares.

O presidente Barack Obama agradeceu os policiais que agiram no local e lamentou as mortes em pronunciamento na Casa Branca, em Washington. Disse que seus "pensamentos e orações" estão com as famílias das vítimas, mas que dizer isso não é suficiente. O presidente criticou a facilidade de se obter armas no país e disse que as mortes em massa já viraram "rotina".

"Não deveria ser tão fácil para uma pessoa que queira ferir outras pessoas conseguir uma arma", afirmou o presidente, sem esconder sua irritação. "Qualquer pessoa que faça isso tem uma doença em sua mente", disse. "Somos uns dos maiores países que assiste a essas mortes em massa a cada mês".

Em seu discurso, disse que o país gasta trilhões de dólares para impedir ataques terroristas no país, mas que o Congresso impede a reunião de dados sobre mortes por armas. E pediu ao Congresso para legislar sobre o controle de armas.

Policiais verificam mochila dos estudantes da Umpqua Community College depois que um atirador disparou no campus (Foto: Mike Sullivan/Roseburg News-Review via AP)

Número de mortos
O gabinete do xerife do condado de Douglas diz em comunicado que recebeu relatos do tiroteio às 10h38 locais (14h38, pelo horário de Brasília).

"Aproximadamente às 10h38, recebemos relatos de um tiroteio no Umpqua Community College. As unidades da polícia de várias jurisdições responderam. Estudantes e professores estão sendo transferidos para o Douglas County Fairgrounds e podem ser encontrados lá. Não temos mais informações neste momento", afirma a nota do gabinete.

Até às 20h30 (horário de Brasília) o número de mortos no incidente não estava claro. A rede CNN informava que 10 pessoas morreram e 20 ficaram feridas com os disparos. Já a agência Reuters diz que a imprensa local informava 15 mortos citando a polícia do Oregon. E o procurador-geral do estado disse à afiliada da rede NBC em Portland que 13 pessoas tinham morrido.

Uma testemunha disse ao jornal "Roseburg News-Review" que o atirador perguntou a religião dos estudantes antes de atirar. Kortney Moore, de 18 anos, disse que viu seu professor ser atingido na cabeça e que o atirador disse para todos se deitarem no chão. Depois, o atirador pediu para as pessoas se levantarem e dizerem suas religiões e, então, começou a disparar, disse a estudante ao jornal local.

Estudantes e familiares se reúnem após o tiroteio que deixou na Umpqua Community College, faculdade comunitária no estado do Oregon (Foto: Ryan Kang/AP)

A polícia do estado informou em comunicado apenas que um atirador atuou no local que ele não representa mais uma ameaça para a comunidade.

A faculdade publicou no Twitter um aviso de que as atividades programadas para o próximo final de semana foram cancelada e que o campus ficará fechado até a próxima segunda-feira (5), sem mencionar o incidente.

A rede CNN informa que a faculdade tem alunos com idade média de 38 anos. Não é uma faculdade tradicional, mas uma instituição para pessoas que estão mudando de carreira para atividades mais técnicas, como enfermagem.

Funcionários, professores e alunos são removidos do campus da faculdade Umpqua em Roseburg, Oregon, após tiroteio (Foto: Michael Sullivan/The News-Review/AP)

Estudantes são revistados ao sair da faculdade Umpqua, no Oregon, após atirador invadir e disparar (Foto: Mike Sullivan/Roseburg News-Review via AP)

Segundo a Every Town for Gun Safety, uma iniciativa que luta pela diminuição da violência decorrente de armas de fogo, o ataque no Oregon foi o 45º em instituições de ensino nos EUA somente em 2015.

Lei no Oregon
O Oregon é um dos estados americanos que permitem a entrada com armas de fogo no campus das universidades públicas – as instituições podem proibi-las apenas dentro dos edifícios.

Ambulâncias chegam com feridos ao hospital Mercy, em Roseburg, apos atirador disparar na faculdade Umpqua (Foto: Aaron Yost/Roseburg News-Review via AP)

Ambulâncias chegam com feridos ao hospital Mercy, em Roseburg, depois que um atirador disparou nesta quinta-feira (1º) na faculdade Umpqua, no Oregon (Foto: Aaron Yost/Roseburg News-Review via AP)

De acordo com o projeto Armed Campuses, que monitora as leis relativas ao tema em cada estado do país, em 2011 a Justiça decidiu que as universidades e escolas públicas do Oregon não tinham mais autoridade para proibir a entrada com armas em seu espaço físico.

A lei permite que cada instituição restrinja armas somente dentro dos edifícios, alojamentos, centros de eventos e salas de aula.

A regra não vale para universidades privadas, que ainda têm o direito de proibir as armas em todo o seu espaço.
 Imagem do Google Earth mostra imagem de satélite do Umpqua Community College, onde ocorreu o tiroteio (Foto: Reprodução/Google)

Imagem da faculdade onde ocorreram os tiros, na página da UMPQUA Community College em rede social (Foto: Reprodução/Facebook/UMPQUA)

Umpqua Community College


FONTE:
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BIG BROTHER SEM LIMITES: Como o FBI conseguiu desbloquear o iPhone de suspeito de ataque à revelia da Apple?

Após várias semanas, ordens judiciais e recursos, o FBI finalmente conseguiu desbloquear o celular de um dos responsáveis pelo ataque que matou 14 pessoas em San Bernardino (Califórnia).

FBI desbloqueia iPhone de terrorista sem ajuda da Apple

Ideia de software para permitir acesso à iPhone poria privacidade de usuários em risco, segundo AppleFoto: Getty Images

"Conseguimos acessar com sucesso a informação guardada no iPhone de (Syed) Farook", disse o Departamento de Justiça dos EUA. "Não precisamos mais da ajuda da Apple", diz a petição do órgão que encerra a batalha legal com a fabricante do celular.

Assim, chegou ao fim a disputa de seis semanas desde que o FBI pediu a Apple para desenvolver uma "chave mestra" ou "supersenha" para acessar a informação contida no iPhone de Farook, que matou 14 pessoas com a mulher em um tiroteio em San Bernardino.

O FBI dizia que informações no celular poderiam ajudar a elucidar o caso. Acessar a memória do telefone é mais complicado do que se possa imaginar - o desbloqueio comum apaga os dados do aparelho.

A Apple negou o pedido, argumentando que isso poria em risco a privacidade de seus usuários, já que uma chave-mestra poderia ser utilizada em qualquer dispositivo.

Mas a ação, longe de acabar com o debate, fez surgir uma série de perguntas sobre as ferramentas utilizadas e o futuro a privacidade dos dados em dispositivos móveis.
Como o FBI acessou a informação?

Até o momento, não se sabem os detalhes técnicos. E é pouco provável que se saiba oficialmente. Não há nada que obrigue o FBI a revelar o que fez.

O que se sabe é que isso foi feito por uma "terceira parte", ou seja, uma empresa externa.

Analistas dizem que é praticamente impossível que outra empresa tenha conseguido prover a chave-mestra ou supersenha para acessar o sistema de segurança iOS da Apple.

"É possível mas pouco provável que eles tenham conseguido desencriptar e encriptar (o sistema operativo)", diz à BBC Mundo David Gibson, vice-presidente de Estratégia e Desenvolvimento de Mercado da Varonis.

O mais provável, segundo o especialista, é que tenha sido um "ataque de software".

Isso seria feito por meio de uma empresa de desbloqueio de informação, o que na indústria se denomina análise forense de telefones celulares.

Não é o mesmo que um "desbloqueio" comum de um iPhone, que pode ser feito por uma empresa telefônica ou um provedor "pirata". Esse desbloqueio faz o iPhone voltar a seu estado original, apagando toda a informação existente.

Segundo Jerónimo García, diretor da consultoria de serviços informáticos Sidertia Solutions, a maneira mais lógica seria eles terem usado um "exploit" (ferramenta de software projetada para aproveitar uma falha em um sistema de informações) que explore uma vulnerabilidade no gestor de arranque do iOS, iBoot, responsável por carregar o modo de recuperação.

Assim, "seria possível controlar o mesmo e, assim, evitar a limitação da senha", assegura o diretor à BBC Mundo.

Outra possível forma de desbloquear o aparelho sem perder a informação é clonar uma "imagem" do telefone, uma cópia física do dispositivo para testar senhas sem bloquear o telefone.

"Você obtém uma imagem lógica e vai rastreando com ela."

Assim, quando o telefone se bloqueia após dez tentativas, é possível "continuar a ação com alguma das cópias da imagem".
Quem desafiou a Apple e ajudou o FBI?

O FBI não quis identificar a "terceira parte" que conseguiu acesso à informação e, segundo a assessoria de imprensa do órgão, isso não será revelado.

Mas todos os olhares estão sobre a Cellebrite, uma empresa de origem israelense com escritórios em diferentes partes do mundo, entre elas EUA, depois que o jornal israelense Yedioth Ahronoth revelou na quarta-feira passada o suposto vínculo.

A Cellebrite confirmou à BBC que trabalha com o FBI, mas não quis dar detalhes.

No dia 21 de março, o FBI realizou um contrato de compra com a Cellebrite por US$ 15 mil (ver foto) por um "software de informação tecnológica".

No entanto, ele teria relação com a "renovação do software UFED para sete máquinas" em Chicago.

A BBC Mundo tentou obter mais detalhes do contrato, mas até a conclusão desta reportagem o FBI não respondeu.

No mesmo 21 de março o FBI assegurou que trabalhava com uma "parte externa" que havia desenvolvido uma forma de quebrar a segurança do iPhone de San Bernardino.
Caixa de pandora?

A pergunta hoje, segundo especialistas, não é quem fez, mas se esta é ou não uma solução definitiva que solucione conflitos como o que ocorreu entre a Apple e o FBI, entre o direito à privacidade de dados e a segurança nacional.

"Hoje é a Apple, mas poderia ser qualquer outra", disse à BBC Mundo Joel Bollo, diretor executivo da companhia sueca de análise forense de dados MSAB, uma das principais competidoras de Cellebrite.

"O principal tema agora é como manter nossos telefones seguros, prevenir a vigilância massiva e ao mesmo tempo cumprir com os requerimentos necessários para manter o bem comum", explica Bollo, que se autodenomina inimigo da cibervigilância massiva.

"Temos muitos clientes. O FBI é um deles", explica seu diretor executivo ao ser consultado.

A empresa criou um sistema denominado Tecnologia de Acesso a Controle Forense (FACT, segundo a sigla em inglês) que pode ser utilizado em futuros casos como o do iPhone de San Bernardino.

O sistema se vende como uma terceira via para os casos onde, como em San Bernardino, os órgãos de inteligência e segurança nacional requerem acesso à informação sem ter que criar uma "chave mestra" que ameaça a segurança e privacidade do resto dos usuários.

O método utiliza pares distintos de senhas para encriptar e desencriptar informações. Ou seja, além de ter o dispositivo fisicamente, é preciso ter dois pares de senhas: um gerado pela agência governamental que requer a informação e outra pela empresa que faz o dispositivo.

A senha usada para cada caso específico requerido por lei pode ser configurada para um número finito (normalmente de 1 a 5) de usos, depois dos quais se torna inválida.

Além disso, só com ambos os pares de senhas é possível extrair os dados do dispositivo móvel.
Foto: FPDS

Algum dia saberemos como o FBI obteve a informação?

A Apple anunciou que fará todo o possível para que o FBI revele com conseguiu acessar a informação.

Mas é mais provável que isso não ocorra.

"É difícil que o FBI torne público o método", explica García, já que "é muito provável que a utilizem em futuros casos".

Provavelmente, o nome da empresa que fez isso também não será revelado.

A lei americana permite que as autoridades preservem a fonte de informação e quando ela é confidencial, e também permite proteger os métodos de coleta de dados sensíveis de inteligência.

Para especialistas, é pouco realista acreditar que aparelhos seriam "impenetráveis"Foto: BBC
Como evitar que seu telefone seja vigiado?

A primeira coisa que tem que ficar clara é que não há tecnologia à prova de falhas.

"É pouco realista pensar que um aparato que guarda informação, seja um smartphone ou outro, seja impenetrável", diz Gibson.

Mas o fato de alguém ter desenvolvido uma tecnologia que aproveite uma falha "abrirá um debate nada agradável para a Apple", assegura García.

Uma das grandes vantagens que a Apple explora em termos de marketing é a segurança de privacidade em seus dispositivos.

"Se o FBI aproveitou alguma falha no hardware do dispositivo, o problema para a Apple é altamente complexo, já que obrigaria a fazer a troca de dispositivo, ou que os usuários assumam o risco", diz García.

"Se fosse uma falha lógica, identificada pela Apple, como em tantas outras ocasiões, uma nova versão do iOS resolveria o problema."

É isso que faz a Apple cada vez que detecta uma metodologia para desafiar a segurança de seu sistema operativo.

A última atualização do iOs foi lançada em 21 de março.


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VIA:
http://noticias.terra.com.br/mundo/como-o-fbi-conseguiu-desbloquear-o-iphone-de-suspeito-de-ataque-a-revelia-da-apple,eae4931c8f6edd995ac3e2cd91c8d26cbf5281g2.html
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ALERTA VERMELHO: Pistola em formato de smartphone será lançada nos EUA


Ideal Conceal / Reprodução

Iniciativa da startup Ideal Conceal já causa polêmica

Nos Estados Unidos, em breve, será possível comprar uma pistola em forma de smartphone. A arma terá calibre de 380, comportará duas balas e custará US$ 395. O lançamento do novo produto, produzido por uma startup em Minnesota, a Ideal Conceal, já se tornou polêmica e reacendeu o antigo debate sobre o porte de armas de fogo no país.

Foto: Ideal Conceal / Reprodução

A nova pistola permitirá o proprietário "transportar a arma com segurança e escondê-la em grande estilo", publicou o site que promove a invenção. "Deste modo não será necessário portar uma 38 amarrada na cintura, agora será possível mantê-la no bolso da calça", disse o CEO do Ideal Conceal, Kirk Kjellberg, acrescentando que assim pode-se carregar a arma em qualquer ocasião.

Para o diretor da Associação Nacional da Organização da Polícia nos EUA, Bill Johnson, a invenção tornará o trabalho de segurança e de aplicação da lei mais difícil, principalmente em meio à ameaças terroristas que assombram o mundo ultimamente. "Em geral todas as armas disfarçadas são motivo de preocupação", disse o policial.

Veja mais fotos:

Foto: Ideal Conceal / Reprodução

Foto: Ideal Conceal / Reprodução
Ansa



FONTE:
http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/pistola-em-formato-de-smartphone-sera-lancada-nos-eua,db38ef64fb5a6062409289ece6c4e7a9u1ko8mec.html
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terça-feira, 29 de março de 2016

FOSFOETANOLAMINA: ONCOLOGISTA AMERICANO AFIRMA QUE AGÊNCIAS REGULADORAS IMPEDEM A CURA DO CÂNCER!!!

Obstáculos impostos por médicos e agências reguladoras

A poucos dias de sancionar lei que garante o acesso dos pacientes de câncer à substância Fosfoetanolamina Sintética, a presidenta Dilma Rousseff bem poderia se debruçar sobre a entrevista do médico oncologista americano, Vincent DeVita. Aos 80 anos, ele se recupera de um câncer de próstata contraído há cinco. E garante: o tratamento ou cura do câncer poderia estar muito mais evoluída não houvesse resistência de médicos ou das agências reguladoras para aprovar medicamentos alternativos - qualquer semelhança com o momento brasileiro, que encontra resistência da Anvisa, não deve ser encarado como "mera coincidência".

Aprovada primeiro na Câmara e em seguida no Senado Federal, a Fosfoetanolamina Sintética tem apresentado inquestionáveis resultados positivos aos pacientes que dela fazem ou fizeram uso. Mas, é bom esclarecer, a afirmativa se restringe ao composto produzido e monitorado por pesquisadores da USP de São Carlos. Os equivalentes produzidos nos testes da Anvisa, e que não obedeceram as escalas de produção determinadas pelos cientistas da Universidade, deram resultado inócuo. Mas talvez não tenha sido apenas obra do acaso (leia aqui).

Há evidentemente uma indisposição de alguns dos estudiosos da Anvisa na pesquisa da Fosfo. Um deles, cujo nome não merece o esforço da pesquisa no Google, chegou a dizer que não gastaria R$ 100 mil para fazer testes - tal seu descrédito. E por que então participou da pesquisa se já tinha em mente uma opinião negativa sobre a Fosfo (deu raiva e fui lá buscar o nome dele sim: Carlos Gil - olha o link da entrevista dele aqui)? Um apressado perguntaria: para derrubá-la e desmoralizá-la?

No domingo (27) a Anvisa procurou a imprensa amiga (O Globo) para se queixar do parlamento brasileiro. Disse que as duas casas humilharam os cientistas da Anvisa ao não respeitarem os testes ali realizados - e que atesta que a Fosfo não serve para coisa alguma.

Mas a queixa é uma bobagem: as duas casas humilham o povo brasileiro diariamente - e não tem ouvido tanta queixa do lado de cá quanto merecem. Além disso, a Anvisa, para onde telefonamos (aqui do Conexão) por dias e dias em busca de notícias tem se especializado em olhar e viver para o próprio umbigo. Jamais convidou cientistas da USP para participarem dos testes e, quando o fizeram, foi para legitimar o trabalho cujo resultado prático já estava determinado - conforme se viu.

Não há dúvida de que a presidenta Dilma Rousseff vai ser pressionada a ratificar o chamado "estudo" da anvisa que condena o composto. Uma mobilização, a maior de todas, se faz necessário, portanto. Mas cabe aqui um pedido para a presidenta ou à sua assessoria: conversa com a Nathy, a Raiane e outros tantos pacientes de câncer que apresentaram claros sinais de melhora - e do estancamento da dor - a partir da Fosfo!

E leia também a entrevista do médico oncologista americano. Vale a pena. Ele sabe que agências reguladoras e médicos interessados e outros temas atrapalham muito a vida de quem quer viver. E isso tem impedido que matemos, de maneira definitiva, o câncer.

"Temos as ferramentas para erradicar o câncer", diz oncologista americano

Os obstáculos não são científicos, e sim impostos por médicos e agências regulatórias, diz Vincent DeVita, que dirigiu o Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos

Por Marcela Buscato, da revista Época

O oncologista americano Vincent DeVita faz parte da história do câncer. Na década de 1960, ainda como um iniciante no Instituto Nacional de Câncer (NCI, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, encontrou médicos destemidos que se aventuravam em testar combinações tóxicas para combater tumores que sempre foram sentenças de morte. Lá, desenvolveu um tratamento quimioterápico para câncer de mama e outro que passou a curar 80% dos casos de linfoma de Hodgkin, que ataca o sistema linfático. A visibilidade lhe garantiu a posição de diretor, entre 1980 e 1988, do NCI, onde foi um dos protagonistas da guerra contra o câncer, um esforço de pesquisa financiado pelo governo americano para desenvolver novos tratamentos. Hoje, aos 80 anos, após enfrentar um câncer na próstata, DeVita resolveu contar os bastidores dessa história em sua biografia, The death of cancer (A morte do câncer, na tradução para o português), que chegou às livrarias americanas em novembro, sem previsão de edição no Brasil. "Agora, estou no fim de minha carreira e posso falar algumas coisas que incomodam as pessoas", disse a ÉPOCA de Connecticut, nos Estados Unidos, onde trabalha no Centro de Câncer da Universidade Yale. DeVita acusa a agência que controla a aprovação de drogas nos Estados Unidos, a FDA, de atrasar os novos tratamentos e diz que muitos médicos não prescrevem os tratamentos adequados por não acreditar na cura. "Não somos limitados pela ciência, mas por nossa inabilidade em fazer bom uso da informação e dos tratamentos que existem."

ÉPOCA - O título de seu livro é A morte do câncer. O senhor acredita que alcançaremos a cura?
Vincent DeVita - Temos as ferramentas para erradicar o câncer. Ele não será mais um grande problema de saúde pública. Estamos curando mais pacientes. Em alguns casos, ele já foi convertido em uma doença crônica, que não coloca a vida em risco num curto espaço de tempo. O melhor exemplo é a leucemia mieloide crônica, causada por um defeito genético específico. Em 2001, foi lançada uma droga que age contra essa anormalidade celular. Tudo o que os pacientes têm de fazer é tornar uma pílula diariamente. Nem sabemos qual é a duração média da vida dos pacientes porque é muito próxima da expectativa normal. É quase como ser um diabético.

ÉPOCA - O câncer são várias doenças diferentes. Por que o senhor é otimista sobre curas diversas?
DeVita - O contexto hoje é muito diferente em comparação com o de quando comecei na área, nos anos 1960. Hoje, a célula cancerígena não é mais uma caixa-preta para nós. É um diagrama, e podemos ler diagramas. Entendemos quais são os estágios por que passa uma célula cancerígena, o que a impulsiona. Temos ferramentas para lidar com cada uma dessas etapas. A ciência do diagnóstico e do tratamento é tão forte agora que não parará mais de se desenvolver. É esta mensagem que quero passar: a ciência está marchando em frente. A aplicação, entretanto, não está se movendo rápido o suficiente. Estamos limitados por nossa inabilidade em fazer bom uso da informação e dos tratamentos que já temos. Por vezes demais, vidas acabam não em razão do câncer em si, mas por causa da burocracia exigida durante o desenvolvimento de novas drogas e por causa de médicos que não defendem seus pacientes. Eles têm medo de arriscar, relutam em abandonar crenças antigas. Eu os chamo de oncologistas hesitantes.

ÉPOCA - Como se comportam os oncologistas hesitantes?
DeVita - Não sei como o câncer é tratado no Brasil. Se é como nos Estados Unidos, acho que muitos profissionais não tratam a doença de uma maneira agressiva o suficiente para derrotá-la. Eles confundem criar um estado crônico verdadeiro, uma vida longa com câncer, com alguns meses extras de vida. Os oncologistas mais antigos tendem a ser mais negativos. Na década de 1960, quando surgiram os primeiros tratamentos quimioterápicos, muitos tinham dificuldade em prescrever da maneira correta porque era tóxico. Afinal, por que deixar o paciente mais doente? A resposta é que, se aplicada adequadamente, a quimioterapia deixa a pessoa doente, mas, quando termina, o paciente volta a se sentir bem e está curado. Os médicos jovens já são mais positivos, e alguns muito bons em tratamentos agressivos. Mas ainda lhes ensinam que é mais seguro não usar a palavra "cura" para câncer. Os médicos têm medo, não querem ser desmentidos. De repente, o paciente está indo bem e tem uma recaída. Eles sentem que o desapontaram.

ÉPOCA - É pouco provável que esse tipo de comportamento seja causado apenas por crenças pessoais. O sistema de saúde tem alguma influência?
DeVita - Muitos médicos agora se baseiam em diretrizes elaboradas com base em estudos e consensos formulados por painéis de especialistas. Elas ditam quando e como os tratamentos devem ser usados e servem como parâmetro para a FDA, a agência que regula a aprovação de medicamentos nos Estados Unidos, decidir se um novo tratamento é mais ou menos eficaz que o anterior. Os planos de saúde também se baseiam nessas diretrizes para decidir se cobrirão ou não um tratamento. Por causa desse contexto, os médicos acabam sendo incentivados a não desviar demais dos padrões, o que os inibe de tentar algo novo. Pacientes que talvez pudessem ser curados por novas abordagens morrem. Essas diretrizes precisam ser atualizadas com frequência, e elas raramente são, porque isso exige tempo e dinheiro. Existe também a dificuldade de o médico encaminhar o paciente para tratamentos de ponta, em fase experimental. Temos 68 centros de câncer nos Estados Unidos. Para inscrever um paciente em um teste longe de onde ele mora, é preciso verificar se o seguro dele cobre despesas médicas fora da área dele. É o tipo de problema que afasta os pacientes da terapia correta.

ÉPOCA - O senhor diz que a FDA é um dos obstáculos que dificultam a modernização dos tratamentos. Por quê?
DeVita - A FDA faz muito mais requisições do que deveria para aprovar drogas contra o câncer. É claro que precisamos de regras, mas não de todas as que temos agora. Um dos requisitos é que as drogas sejam testadas separadamente, quando sabemos que os melhores resultados são conseguidos em conjunto. Agora, além disso, a FDA está pedindo que as combinações de drogas também sejam testadas. Isso vai atrasar mais o processo. É preciso ter padrões diferentes para testar drogas em pacientes que podem não ter mais que seis meses ou um ano de vida. Câncer é a doença crônica mais curável, mas também a mais fatal. É diferente de diabetes, hipertensão ou artrite, casos em que os pacientes vivem com a doença por um tempo de vida próximo do normal. Novas drogas para essas doenças precisam ser seguras suficientes para o paciente tomar por muito tempo.

ÉPOCA - Não é um risco diminuir os padrões para aprovar drogas contra o câncer e autorizar medicamentos caros, que aumentarão os custos para o sistema de saúde e que podem expor os pacientes a mais sofrimento, em troca de benefícios não muito grandes?
DeVita - É uma questão complicada. É um erro concentrar-se em custo quando estamos tentando desenvolver novos tratamentos. Primeiro, precisamos descobrir se funciona. Caso sim, mesmo que seja um tratamento caro, ele se tornará mais barato porque haverá competição. Até as drogas mais caras agora se tornarão mais baratas com o passar do tempo.

ÉPOCA - O senhor enfrentou um câncer na próstata há cinco anos. Encarou os problemas que critica?
DeVita - Experimentei todas as inconveniências do sistema médico, todo o sistema como eu o via. Não foi agradável. Foi difícil. Quando recebi o diagnóstico, pensei por um tempo e percebi que alguém precisava fazer por mim o que eu fiz para meus pacientes: insistir para que conseguissem entrar em um novo protocolo de pesquisa ou para que recebessem um tratamento agressivo, com mais ciclos de quimioterapia. Pedi para meu colega Steven Rosenberg, chefe da cirurgia do Instituto Nacional de Câncer, ser meu defensor, e ele aceitou. Meu caso era complicado. Precisávamos achar alguém disposto a fazer uma cirurgia que contrariava as indicações de praxe para o meu caso. Nós encontramos, e foi um sucesso.

ÉPOCA - Qual é seu conselho para quem está lutando contra o câncer e pode enfrentar os mesmos problemas?
DeVita - Encontre um bom médico. Ele terá capacidade para tomar as decisões certas. Há muitas técnicas em desenvolvimento, e ele poderá explorar todas as possibilidades. Sobrevivi porque meus médicos foram corajosos em usar as armas que já tínhamos - as mais antigas, mas que me permitirão usar as novas no futuro, caso eu precise. Onde tínhamos algumas, agora temos muitas e há mais por vir. Com sorte, elas não serão enterradas pelo sistema. Para mim, aos 80 anos, isso significa que meu câncer de próstata agressivo será uma doença crônica em vez de fatal.

NdaR - Dilma, diga SIM à Fosfoetanolamina Sintética
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Por aclamação, PMDB oficializa rompimento com governo Dilma (VÍDEOS)

Os seis ministros peemedebistas serão orientados a entregar seus cargos.
 
Saída do PMDB pode desencadear desembarque de outras siglas aliadas.

Nathalia Passarinho e Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília

O Diretório Nacional do PMDB decidiu nesta terça-feira (29), por aclamação, romper oficialmente com o governo da presidente Dilma Rousseff. Na reunião, a cúpula peemedebista também determinou que os seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal entreguem seus cargos.

O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não participou da reunião que oficializou a ruptura com o governo sob o argumento de que não desejava "influenciar" a decisão. No entanto, ele teve participação ativa na mobilização pelo desembarque do partido e passou toda a segunda-feira (28) em reuniões com parlamentares e ministros do PMDB em busca de uma decisão “unânime”.
Comandada pelo primeiro vice-presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a reunião durou menos de cinco minutos. Após consultar simbolicamente os integrantes do partido, Jucá decretou o resultado da votação.

"A partir de hoje, nessa reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB", enfatizou.

Após a reunião, Jucá disse que, com a decisão, o PMDB deixava bem clara a sua posiçào em relação ao governo e disse que quem quiser tomar uma decisão individual terá que avaliar as consequências.

"A partir de agora, o PMDB não autoriza ninguém a exercer cargo no governo federal em nome do partido. Se, individualmente, alguém quiser tomar uma posição, vai ter que avaliar o tipo de consequência, o tipo de postura perante a própria sociedade. Para bom entendedor, meia palavra basta. Aqui, nós demos hoje a palavra inteira", afirmou.

A decisão do PMDB aumenta a crise política do governo e é vista como fator importante no processo de impeachment de Dilma. Há a expectativa de que, diante da saída do principal sócio do PT no governo federal, outros partidos da base aliada também desembarquem da gestão petista.

Atualmente, o PMDB detém a maior bancada na Câmara, com 68 deputados federais. O apoio ao governo, porém, nunca foi unânime dentro da sigla e as críticas contra Dilma se intensificaram com o acirramento da crise econômica e a deflagração do processo de afastamento da presidente da República.

Resumo da reunião
- Presenças: o presidente nacional do partido e vice da República, Michel Temer, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os seis ministros do partido não compareceram. O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estava presente.



- Local: o evento foi realizado no plenário 1 do Anexo 2, o maior da Câmara dos Deputados. O plenário, com capacidade para 138 pessoas sentadas, mas o número de presentes era superior porque a maioria estava de pé.
- Duração: a reunião durou 4 minutos e 12 segundos. Não houve discursos, somente um pronunciamento do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que presidiu a reunião.
- A decisão: a moção aprovada prevê que o partido se desvincula imediatamente do governo e entrega todos os cargos que detém na administração federal.

- Aprovação: a aprovação da saída do governo se deu por aclamação, sem votação. Todos os presentes levantaram as mãos sinalizando concordância com a decisão. Após a aprovação, houve gritos de "Fora PT".

Ministros
Na reunião desta terça, os peemedebistas decidiram que os ministros da legenda que descumprirem a determinação de deixar o governo poderão sofrer sanções, como expulsão do partido.

Após a decisão do Diretório Nacional do PMDB, o G1 procurou as assessorias dos ministérios da Agricultura, da Aviação Civil, de Portos, de Ciência e Tecnologia, de Minas e Energia e da Saúde.

Por meio da assessoria, o Ministério da Saúde informou que Marcelo Castro permanecerá "por enquanto" tanto no cargo de ministro quanto no PMDB e aguardará os "próximos passos do partido", como o prazo que será dado pela legenda para que os ocupantes de cargos no Executivo deixem as vagas. Pela decisão aprovada pelo diretório, os peemedebistas devem sair "imediatamente".

Até esta segunda-feira, o PMDB ocupava sete cadeiras no primeiro escalão do governo Dilma. No entanto, Henrique Eduardo Alves, um dos peemedebistas mais próximos de Michel Temer, se antecipou à decisão da cúpula e entregou seu cargo a Dilma.

Dilma também lançou mão dos últimos esforços para tentar resgatar o apoio do partido. Na manhã de segunda, ela chamou ao seu gabinete no Palácio do Planalto seis dos sete ministros do PMDB para avaliar o cenário. No entanto, no fim do dia, Henrique Alves, um dos presentes ao encontro, apresentou a sua carta de renúncia.

Apesar do desembarque, Temer continuará na Vice-Presidência da República sob o argumento de que foi eleito pela população na chapa de Dilma e de que não ocupa, portanto, cargo de submissão à presidente.

Afastamento
A decisão de afastamento já estava tomada, mas o PMDB decidiu dar uma espécie de “aviso prévio” ao governo. Reunião da convenção nacional do PMDB no dia 12 de março foi marcada por discursos em defesa do impeachment de Dilma e do rompimento com o governo.

Na ocasião, ficou decidido que o partido anunciaria em 30 dias se desembarcaria ou não do governo. Também ficou estabelecido que o PMDB não assumiria novos ministérios até que o fosse definido se haveria o rompimento.

No entanto, dias depois, a presidente Dilma ignorou a decisão e empossou o deputado licenciado Mauro Lopes (PMDB-MG) como ministro da Secretaria de Aviação Civil. A nomeação foi vista como uma afronta pelo partido, que abriu um processo no seu Conselho de Ética para expulsá-lo da legenda. O episódio ajudou a agravar a crise e acelerou a decisão do partido.

Escalada da crise
A relação do PMDB com o governo do PT tem se deteriorado nos últimos anos. Quando Dilma se preparava para disputar o segundo mandato, o partido deu mostras claras de que estava rachado quanto ao apoio à petista.

Na época, em junho de 2014, a manutenção da aliança foi aprovada pela convenção nacional do PMDB, mas recebeu mais de 40,8% de votos contrários. A ala dissidente reclamava que o partido não era ouvido pelo governo federal e que os ministros da legenda não tinham real poder de comando.

Ao longo do primeiro ano do segundo mandato de Dilma, a crise se agravou. O primeiro embate entre PT e PMDB ocorreu na disputa pela presidência da Câmara, quando o governo federal iniciou uma campanha ostensiva para que Arlindo Chinaglia (PT-SP) vencesse a eleição e derrotasse o candidato peemedebista Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se elegeu em primeiro turno.

Sob o comando Cunha, a Câmara derrotou o Planalto em diversas ocasiões neste ano, com a votação de matérias desfavoráveis ao governo. Além disso, no ano passado, houve na Casa a instalação da CPI da Petrobras, para investigar o escândalo de corrupção na estatal.

Para tentar conter a rebelião na base, a presidente promoveu, em 2015, uma reforma ministerial para ampliar o espaço do PMDB no governo, que chegou a ter sete ministérios. No entanto, a estratégia não foi bem sucedida.



Para agradar os parlamentares na Câmara, o governo entregou ao líder da bancada, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), a incumbência de indicar nomes para duas pastas, incluindo a da Saúde, com o maior orçamento da Esplanada. Essa aproximação descontentou ainda mais a ala rebelde do partido, que se voltou contra Picciani quando ele indicou integrantes menos críticos a Dilma para a comissão do impeachment.

Ele chegou a ser destituído do posto em dezembro por oito dias em uma articulação patrocinada diretamente por Temer e Cunha, mas conseguiu reaver o posto com o apoio da maioria.





Para ser reeleito neste ano, foi preciso uma atuação direta do Planalto para garantir a ele votos suficientes, inclusive com a exoneração temporária do ministro da Saúde, Marcelo Castro, para reassumir como deputado e votar a favor de Picciani.

Apesar da entrega de cargos, a ala do PMDB descontente com o governo ganhou força com a queda continuada de popularidade da presidente, agravada pela escalada de denúncias relacionadas à Operação Lava Jato.

 

A moção aprovada pelo diretório nacional do PMDB (Foto: Reprodução)
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ONU acusa Israel de ser pior que Estado Islâmico

Conselho de Direitos Humanos apresenta 5 resoluções contra Israel

O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH) se reuniu nesta segunda (21) para apresentar cinco resoluções contra Israel. Estranhamente, o órgão nada disse sobre outras questões urgentes, como a expansão do Estado Islâmico (EI), a violação das resoluções da própria ONU feita pelo Irã e pela Coreia do Norte; ou os ataques contra civis na Síria, Iêmen e Iraque.

Como de costume, foi feita uma revisão do histórico de violações dos direitos humanos em Israel. Nenhum outro país do mundo passa por isso. O atual Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas apresenta um forte viés contra Israel, tendo adotado 61 resoluções contra o Estado judeu nos últimos dez anos. Para efeitos de comparação, foram 73 resoluções contra todos os outros países do mundo!

O embaixador de Israel na ONU em Genebra, Eviatar Manor, observou que “O Conselho [de Direitos Humanos] parece obcecado com o destino dos palestinos, e prefere fechar os olhos a outras violações críticas de direitos humanos. Ignora sistematicamente os direitos humanos dos israelenses. Na verdade, nem sequer se importa com eles”.

O relator especial da ONU para os territórios palestinos, pediu demissão recentemente. Makarim Wibisono, que assumiu o cargo em junho de 2014, afirmou que era um protesto ao fato de Israel nunca tê-lo autorizado a entrar em territórios palestinos.

Nos últimos cinco meses se desenrola uma nova onda de violência em território israelense. Conforme os números oficiais, morreram neste período 200 palestinos, 28 israelenses, dois norte-americanos, um eritreu e um sudanês.

A maioria dos palestinos mortos eram terroristas, que realizaram ataques contra israelenses e estrangeiros. O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas se negou a debater o assunto. Com informações de Israel National News
 
 
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Padre foi crucificado pelo EI na Sexta-Feira Santa

Religioso era responsável por um asilo no Iêmen
 
Padre foi crucificado pelo EI na Sexta-Feira Santa

A mídia europeia está noticiando que o líder cristão Thomas Uzhunnali, 56, de origem indiana, foi crucificado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na sexta-feira (26). Ele trabalhava com uma missão católica no Iêmen.

O padre católico indiano fora sequestrado por terroristas ligados ao EI no Iêmen no início deste mês. Como uma forma de ridicularizar a pequena comunidade cristã iemenita, o padre foi crucificado na sexta-feira santa, data que a maior parte dos cristãos do mundo lembrava a Páscoa.

Thomas era responsável por um asilo na cidade de Aden, no sul do país. Segundo relatos, na ocasião, os jihadistas atacaram o local e mataram pelo menos 15 pessoas, em 4 de março. Entre os mortos estavam quatro freiras. No ano passado, a igreja mantida pela missão que ele trabalhava foi incendiada por terroristas que exigiam que os missionários saíssem do país. Eles se recusaram.

De acordo com o arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, a Igreja Católica admite que o padre foi torturado e crucificado. Falando sobre os recentes ataques a cristãos no Iêmen (cerca de 0,01% da população), o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, afirmou que o papa Francisco “ficou chocado e profundamente entristecido ao saber destes ato de violência sem sentido e diabólicos”.


As autoridades iemenitas não se pronunciaram sobre o caso, pois o país atravessa uma guerra civil e o governo não tem mais controle sobre parte do seu território. Embora pouco divulgado no Brasil, a guerra no país se desenvolve há dois anos.

O governo russo apoia os iranianos que estão por trás do movimento dos houthis, um grupo islâmico xiita. O presidente iemenita, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do Iêmen e pediu exílio na Arábia Saudita.

Do outro lado, estão soldados de uma coalizão, que conta com a presença de Emirados Árabes, Catar, Bahrein e Egito. Esses, por sua vez, são apoiados pelos Estados Unidos.

Aden passou a ser temporariamente a capital do Iêmen, após Sanaa (capital oficial) cair nas mãos dos rebeldes, em setembro de 2014. Há registros que grupos radicais como a Al-Qaeda fazem constantes ataques à região de Aden. Eles já haviam pedido o extermínio dos judeus e cristãos no país. Com informações de Daily Mail
Nota da redação

A matéria foi divulgada em jornais do mundo todo a partir dos relatos do arcebispo de Viena. Segundo o site católico ACI, dom Paul Hinder, Vigário Apostólico da Arábia do Sul, desmentiu a morte do padre e disse que ele permanece em poder dos sequestradores.

Tudo teria sido uma informação divulgada apressadamente pelo Arcebispo de Bangalore (Índia), dom Bernard Mora. Como o Iêmen encontra-se em guerra, existe uma dificuldade de comunicação. Até o momento o Vaticano não divulgou nenhum desmentido.


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ATENÇÃO: Templos de Baal serão erguidos em Nova York e Londres


Reproduções de monumento chamam atenção de teólogos

Réplicas em escala natural da entrada do Templo de Baal serão erguidos na Times Square (centro de Nova York) e na Trafalgar Square (centro de Londres) em meados de abril. Segundo o The New York Times, trata-se de uma ‘homenagem’ ao local que ficava na cidade de Palmira na Síria e foi destruído pelo Estado Islâmico em agosto de 2015.

O jornal americano explica que serão reproduções do arco de 15 metros que formava a entrada do templo original. Assim que foi confirmado a veracidade da informação, vários teólogos emitiram opiniões. Para eles é “chocante” que o antigo opositor de Jeová, conhecido como Bel ou Baal, receba destaque em cidades tão importantes do mundo.

O antigo deus da chuva, do trovão e da fertilidade, era adorado em festas que incluíam – dependendo do país e dá época – orgias sexuais e até sacrifícios de crianças. A antiga divindade, adorada por babilônicos, caldeus e fenícios, de certa forma vê seu culto ressurgir disfarçado de homenagem cultural.

Pastores lembram ainda que o ocultismo sempre atrai a curiosidade do público e que recentemente foi inaugurada publicamente uma estátua de Satanás em solo americano.
 
 
Michael Snyder, colunista da Charisma, maior revista pentecostal do mundo, faz um paralelo entre a figura de Baal, também chamado de Tamuz (Ez. 8:14-16)) e Merodaque (Is 39:1; 2 Re 25:27; Jr 50:2), e o fato de que, segundo a tradição, a primeira figura associada a Baal foi Ninrode, fundador de Babel/Babilônia (Gn 11).

Para Snyder, em um mundo onde a imoralidade e o aborto são questões cotidianas e não causam mais surpresa ou rejeição nem por parte da igreja, falar sobre o assunto pode parecer uma superstição antiga.

Contudo, ele lembra que ao longo de todo o relato bíblico, o povo de Deus sempre foi instado a se afastar do culto aos falsos deuses, sendo a passagem mais conhecida o confronto do profeta Elias contra os sacerdotes de Baal em 1 Reis 18.

Lembra também que “muitos estudiosos da Bíblia acreditam que o Anticristo vai ser como Nimrode ou estará associado a ele de alguma forma”. Por fim, questiona: “Será que, na verdade, estamos construindo um templo para o espírito do Anticristo no próximo mês?”.
 
 
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Lápide misteriosa de Donald Trump aparece no Central Park - Indício de um futuro sacrifício satânico Illuminati????

A data da morte está em branco.....

Como parte da formação de bolhas da ascensão de Trump, não convencional e muito inesperado para o início dos republicanos nas fileiras candidato presidencial, ele tem visto a sua quota de ameaças - algumas graves, a maioria em tom de brincadeira - tanto para sua pessoa, e em alguns casos a sua vida. Apocrifamente, alguns comentadores previram que uma presidência de Trump seria um choque tal ao status quo que, se bem sucedido em ganhar a presidência, ele nunca faria para o dia de inauguração vivo.

Hoje, essas preocupações foram novamente inflamada quando uma lápide misteriosa em nome de Donald J. Trump (a data da morte está em branco: 1946 - ...) foi erguido em Central Park.



Como Gothamist relatada pela primeira vez ", alguém erigida uma lápide Trump muito elegante no meio do Central Park neste fim de semana, e foram tipo suficiente para deixar a sua data de expiração aberta para o destino."



Gothamist acrescenta que "informante Annie Reiss veio sobre a bela homenagem ao candidato presidencial GOP presuntivo esta manhã perto de Prado de Ovelha. "Havia pessoas a tirar fotografias que é por isso que eu parei", ela nos disse. "Foi definitivamente provocante, estranho para a manhã de Páscoa."

A lápide tem a inscrição "Made America ódio Again".

Como Mashable acrescenta , muitas pessoas compartilharam fotos do lápide em mídias sociais, mas ninguém parece saber o que significa, diferente de "ser uma brincadeira de gosto duvidoso."

À noite, a lápide havia sido removido por funcionários do parque.

Segundo os últimos tweets de Trump, ele é ou não sabe, ou não parece muito preocupado com esta ameaça implícita ou mal feito piada; ao invés disso ele está se concentrando sua energia sobre o processo observado anteriormente que o bilionário imobiliário ameaça para arquivar contra Ted Cruz para os delegados "roubo" ...

... Bem como o curso "esposa-gate", envolvendo Heidi Cruz e Melania Trump:


Mais uma vez, só podemos imaginar a reação da mídia chocado se uma lápide misteriosamente surgiu em um dos locais mais movimentados do mundo para qualquer um dos outros candidatos presidenciais.
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sábado, 26 de março de 2016

O Mundo é uma Ilusão, afirmam os cientistas

Segundo a tradição Hindu, o mundo além de transitório é ilusório.


Já para os budistas o mundo é um ‘sonho de Buda’, também sendo uma ilusão. E para a os cientistas?

Mais uma vez, cientistas estão dando suas opiniões e apresentando teorias que parecem se encaixar cada vez mais com pensamentos que muitas culturas do planeta carregam por milênios.

Nick Bostrom, filósofo da Universidade de Oxford, foi o primeiro a propor a teoria de que vivemos em um tipo de simulação, como que feita por um computador, a chamada ‘Hipótese da Simulação’, sugerindo que a realidade que conhecemos e tudo aqui presente faz parte dessa simulação, e não estamos conscientes disso.

Em seu livro “Super Inteligência” ao ser perguntado sobre o que aconteceria se fosse criado uma máquina tão inteligente quanto ao humano, Nick responde: 

“É esperado que isso acontece, pois como espécie, sempre fomos os mais inteligentes, porém nunca imaginamos a possibilidade de viver com alguém ou alguma coisa mais inteligentes do que nós, possivelmente com metas que não possamos entender e agindo de maneiras que possam causar a nossa extinção”.
Richard J. Terrile, diretor do Centro de Computação Evolutiva da NASA, que participou do projeto da sonda Voyager, que descobriu várias luas de Saturno, Urano e Netuno, também sugere que estamos vivendo em um tipo de ‘Matrix’.

“Quando você vai ao cinema e assiste aos filmes por meio de simuladores de realidade virtual, por exemplo, acaba tentando se desvencilhar de objetos virtuais por achar que eles são reais. É isso que fazemos diariamente. E é um tipo de realidade completamente diferente que queremos oferecer no futuro”, diz Richard.
Na Mecânica Quântica, partículas não têm um estado definido a não ser que estão sendo observadas, explicou Richard.

Imaginemos uma televisão nova que você tenha comprado. Você sai de casa e pensa que ela está na sua sala, da maneira como deixou. Porém não pode ter certeza, muitas coisas podem ter acontecido com ela, ou de acordo com a nova teoria, talvez ela nem esteja lá, já que ninguém a vê.

O Princípio da Incerteza de Heisenberg, a qual declara ser impossível determinar com precisão e simultaneamente a velocidade e a posição de um elétron, enaltece um pouco mais sobre como isso funciona.


Seria mais ou menos assim a visão que temos do mundo, algo irreal que parece ser tão real.

Maya, como é chamado o mundo material na cultura hindu, é a ‘Grande Ilusão’. 

No Bhagavad Gita encontramos várias alusões ao mundo de ilusões. Hinduísmo, Budismo, Taoismo, entre outras tradições esotéricas do oriente, declaram que o mundo como o conhecemos através dos 5 sentidos é irreal.

Não parece que a ‘Ciência Oficial’ do mundo moderno está indo ao encontro com os ensinamentos dos antigos sábios? Provavelmente esses sábios sabiam muito além do que possamos imaginar.

Além do mundo material existem outros mundos, formas de vida, leis cósmicas a serem cumpridas, como quase todas as culturas antigas acreditavam. E o que a Ciência Moderna está dizendo agora para nós?

Talvez seja a mesma mensagem porém de uma maneira diferente.

Se depois que morremos, segundo o que a ciência já propôs, não há morte e sim uma transformação para fora desse mundo, que agora é chamado de ‘Ilusório’, como chegamos até aqui? Quem controla esse ‘Jogo’? Seria aquele que chamamos de Deus? Seria essa também uma prova para a reencarnação?

Querendo ou não, nessa Era de Aquário que se inicia onde tudo está a mil por hora, parece que a grande diferença que separa a Ciência e Espiritualidade está se tornando cada vez mais uma linha tênue.

FONTE: tonocosmos

Reproduzido por: verdademundial

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Corrupto PMDB do Rio de Janeiro, decide abandonar governo de Dilma Rousseff

 
© Fornecido por Notícias ao Minuto

O PMDB do Rio de Janeiro decidiu, por unanimidade, deixar o governo Dilma Rousseff. Entre os 12 representantes da legenda no RJ estão: Sérgio Cabral, Jorge Picciani e Eduardo Paes.

Segundo informações do Extra, o partido votará, em Brasília, na terça-feira (29), pela saída do governo.

Além de votar pela saída do governo, o grupo do Rio vai também aproveitar a ocasião e entregar os cargos que mantém no governo federal.

FONTE:
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Jean-Claude Van Damme chama a atenção ao falar sobre os Illuminati em entrevista

Essa semana o ator Jean-Claude Van Damme deixou o script de lado durante um programa francês de entrevista e falou sobre os poderosos que controlam o mundo.

O programa convidou Van Damme para falar sobre as eleições nos EUA, porém o ator teve ideias diferentes do que pensavam que ele teria, quando começou a falar dos ‘poderosos’.

Sobre o candidato Ted Cruz, Van Damme disse:

“Esse é o indivíduo que chamou o Putin de gangster. Sobre Trump e Ted, eles não vão ganhar as eleições, porque ainda há pessoas como os Rockfeller, Rothschild, as grandes famílias que dominam continentes, não estamos apenas falando da França (o programa de televisão é francês), mas do mundo.

Essas são famílias que emergiram em 1827, uma família com 5 filhos que se expandem.”

Van Damme é interrompido pela entrevistadora, porém interrompe a mesma e continua a falar sobre os candidatos com lobistas ao seu lado, e pessoas como Trump que se financia.

“É algo acima de tudo que estamos falando esta noite. Então há lobistas, pessoas que são candidatas nas eleições, e então há pessoas como Donald Trump que tem 10 milhões de euros?

Ele deve ter mais, porém isso é o que ele declara em documentos legais. De qualquer forma, se eu tenho meus bens, eu trabalhei toda a minha vida, pela minha família e amigos, pelo meu país o qual eu pago meus impostos, e o que ele quer primeiramente é proteger o seu interesse, enquanto alguém que trabalhar gratuitamente é alguém perigoso.

Temos problemas com o globalismo, mas o que ele diz é para sairmos dessa questão, deixar o mundo de lado, é uma filosofia diferente.

Eu estou consciente das questões políticas”, finalizou o ator.
 
ASSISTA A ENTREVISTA:
 
 
 
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