Seis adolescentes do Rio Grande do Sul apresentaram reações adversas à aplicação da vacina do HPV. Os casos ocorrem em meio ao início de umacontroversa campanha nacionaldo Ministério da Saúde que tem como alvo a imunização de meninas entre 11 e 13 anos.
Cinco casos ocorreram em Porto Alegre na última segunda-feira. As meninas, de 13 anos de idade, apresentaram mal estar, dores musculares, cefaléia, náusea e foram atendidas por médico, melhorando em seguida e sem a necessidade de hospitalização.
O sexto caso ocorreu em Veranópolis, na serra gaúcha, na última quinta-feira, 20 de março Uma menina de 11 anos de idade teve uma crise convulsiva, foi igualmente medicada em uma unidade de saúde e posteriormente liberada no mesmo dia.
As vacinas aplicadas nestes seis casos pertenciam a um mesmo lote, composto por 89 mil doses. O lote, embora já entregue, foi suspenso até que se averiguem a causas dos efeitos adversos. Especificamente no caso da adolescente de Veranópolis, não está ainda confirmado que a reação adversa tenha sido resultado da aplicação da vacina.
Segundo o Ministério da Saúde, até o momento, mais de 116 mil meninas receberam a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) no Rio Grande do Sul. A quantidade representa 45% do total da população prevista (258 mil meninas).
Ministério manda retirar 186 doses da vacina anti-HPV em Passo Fundo
Medida foi tomada por precaução. Do total de quase 2,9 mil meninas vacinadas, nenhuma apresentou reação após a aplicação da vacina
Créditos: Arquivo ON
A secretaria municipal de saúde de Passo Fundo recolheu preventivamente nesta sexta-feira (28) 186 doses de vacinas anti-HPV (Papiloma Vírus Humano) do mesmo lote que seis adolescentes das cidades de Veranópolis e Porto Alegre registraram sintomas graves após a aplicação da primeira dose. As adolescentes tiveram convulsões e reações adversas atípicas. Em Passo Fundo, segundo a secretária adjunta de saúde, Eliana Bortolon, das 2.889 meninas já imunizadas, nenhuma apresentou reação após a aplicação da vacina. Este total representa 65% da meta no município. “Não tivemos nenhuma intercorrência grave em Passo Fundo. Recolhemos as vacinas deste lote por precaução e por orientação do Ministério da Saúde”, disse Eliana.
A secretária adjunta ressalta ainda que as meninas não precisam adiar ou suspender a vacinação, pois ela é segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde. A primeira das três doses está sendo aplicada durante a campanha que vai até 10 de abril em todas as escolas do Estado, sejam públicas ou privadas. A vacina estará disponível nos postos de saúde durante todo o ano. São consideradas reações leves: dor no local de aplicação, edema e eritema (coloração avermelhada da pele) de intensidade moderada. “É importante dizer que as reações são na hora da vacina”, esclarece.
Em nota conjunta, o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde, garantem que a vacina é segura e utilizada em 51 países desde 2006, “sem registros de eventos que pudessem pôr em dúvida a sua segurança”. As seis meninas foram vacinadas com doses do mesmo lote, “que teve seu uso suspenso, como medida de precaução, enquanto ocorrem as investigações sobre se há ou não relação causal entre os eventos e esse lote específico” diz a nota.
Casos Do total, cinco casos foram registrados em Porto Alegre. Desses, três meninas de 13 anos de idade apresentaram mal estar, dores musculares, cefaléia, náusea e foram atendidas por médico, melhorando em seguida e sem a necessidade de hospitalização. Outras duas apresentaram os mesmos sintomas com menor intensidade. Todas receberam a vacina na última segunda-feira (24 de março), se recuperaram bem e não apresentaram comprometimento do seu estado geral.
Parece que já se sabe a data para o início da Terceira Guerra Mundial. Essa informação foi mantida em rigoroso sigilo da opinião pública mundial, mas todos os segredos tendem a ser revelados mais tarde ou mais cedo.
Assim, o que espera a humanidade no futuro mais próximo e que fazer quando chegar a hora H?
Este é o tipo de postagens preocupadas que surge com frequência na Internet. Alimentadas com fatos, por vezes francamente distorcidos, sobre a situação na Ucrânia e sobre as ações da Rússia, as pessoas simplesmente não entendem o que se passa no mundo. Quando não se compreende – se inventa. A mídia não podia deixar de tecer especulações sobre o tema do início da Terceira Mundial. Para isso, tanto são usadas as antigas previsões de Nostradamus e de Vanga como uma interpretação incoerente dos atuais acontecimentos mundiais, por vezes mesmo com manipulação de fatos e falsificação da informação.
No segmento russo da Internet, por exemplo, neste momento são empoladas as previsões do famoso astrólogo russo Pavel Globa, que já em 2009 previu que a Terceira Mundial iria começar em março de 2014, durante uma redefinição global das fronteiras dos países e num ambiente de escalada de conflitos militares. A guerra, dizia Globa, deveria começar durante as Olimpíadas de Sochi, ou pouco depois do seu encerramento. Ele também previu que a Ucrânia seria dividida em várias partes. Talvez devêssemos acreditar realmente nas capacidades sobrenaturais de um cérebro humano capaz de prever os acontecimentos futuros com tanto detalhe.
Contudo, se voltarmos a analisar atentamente o texto original que foi usado para essa notícia, descobrimos que, apesar de o material estar datado de 2009, nele foi introduzida uma série de alterações após os acontecimentos na Ucrânia. Foram essas alterações que transformaram um artigo vulgar num artigo verdadeiramente sensacionalista que alastrou rapidamente pela imensidão da Internet. A pergunta é: porque caímos repetidamente nesse tipo de armadilhas?
A psicóloga Irina Lukyanova considera que isso se deve à nossa tendência interior para a autopreservação:
“Todos conhecemos o provérbio “um homem prevenido vale por dois”. Por isso, nós preferimos ter conhecimento antecipado dos perigos de forma a nos prepararmos. Temas como a guerra, mais ainda uma Terceira Mundial, não deixam de nos preocupar porque ela nos tocará a todos, tal como aconteceu com a Segunda Guerra Mundial que deixou uma memória muito viva até aos nossos dias. Podemos dizer que é esse medo profundo que motiva o nosso interesse profundo por esses temas”.
Nos últimos anos têm ganho uma invulgar popularidade temas como as previsões do fim do mundo e o fim da vida na Terra. Enquanto uns se mostram céticos em relação a todas essas crendices, outros estão sempre pesquisando notícias frescas em busca de mais uma confirmação que a Terceira Guerra Mundial está para breve.
A vidente búlgara Vanga, por exemplo, pensa que o mundo irá balançar à beira da catástrofe enquanto não se der a queda da Síria e é então que a guerra universal irá começar. Em 1978, quando foi feita essa profecia, muitos não a entenderam. Porém, e tendo em conta os últimos acontecimentos, podemos considerar que suas palavras fazem sentido.
A conhecida profetisa inglesa Joanna Southcott, que viveu no limiar entre os séculos XVIII e XIX, estava convencida que o Apocalipse irá chegar precisamente do Oriente: “Quando a Oriente começar a guerra, saibam que o fim está próximo!” Ela pronunciou essa sentença em 1809 e nessa altura poucos a entenderam. Contudo, muitas das suas previsões se realizaram: a Revolução Francesa, a chegada de Napoleão ao poder e, mais tarde, a sua queda.
A profetisa egípcia Joy Ayyad, pelo contrário, está convencida que não haverá nenhuma Terceira Guerra Mundial. Ela diz que segue atentamente todas as evoluções do mapa astral da Terra e pensa que a Terra não se encontra ameaçada por uma guerra que resulte em violência generalizada, mas que o mundo terá outro tipo de guerras, como as informativas e as econômicas. A batalha principal será porém pelas mentalidades.
Na Terceira Guerra Mundial não serão usadas armas de guerra, mas sim meios de comunicação social. Essa guerra já está em curso. Por isso é importante entender aquilo que lemos, vemos e ouvimos. É preciso saber analisar e conjugar os fatos e, nesse caso, já poderemos sair ilesos desse “massacre”.
É um engano ou uma provocação perigosa dizer que o Oriente Médio mergulhou num mar de conflitos inter-religiosos e interétnicos. Já há muitos anos que, em vez de se lutar contra o desespero e a miséria, as autoridades locais preferem levar a cabo uma guerra infindável e desesperada com suas consequências inevitáveis que são as revoltas e o terrorismo.
O derrube dos regimes ditatoriais com o apoio das forças ocidentais não trouxe a mudança, o povo agora não vive melhor. A violência gerou mais violência. Em vez da resolução dos problemas socioeconómicos, se verificou apenas o reforço do aparelho repressivo.
A última cúpula da liga dos Estados Árabes demonstrou que a política dos EUA na região irrita até os seus aliados mais próximos. A OPEP não gosta que, ao controlar as exportações do petróleo iraquiano, os EUA façam baixar os preços do “ouro negro”. O Catar não vê com bons olhos que, ao desenvolver o seu projeto de gás de xisto, Washington queira expulsá-lo do mercado europeu do gás. Daí o resultado – a já esperada declaração que a guerra na Síria só pode ter uma solução política.
As negociações relativas a conflitos internos também são confiadas a forças externas. Para algumas delas, o objetivo das negociações é apenas demonstrar a todo o mundo que os países e povos dessa região nunca poderão chegar a um acordo. Isso foi claramente visível durante as fracassadas negociações sobre a Síria. Paralelamente, Washington tenta resolver de uma forma bastante peculiar o problema dos programas nucleares do Irã, cujo cancelamento teria como contrapartida o levantamento das sanções contra Teerã.
Ainda em novembro o secretário de Estado dos EUA John Kerry declarou ao Congresso: “Têm de acreditar em mim: as sanções serão aliviadas de forma limitada e poderão ser repostas a qualquer momento”.
Elas ainda não terão sido repostas, mas paralelamente às difíceis negociações os EUA já anunciaram por duas vezes novas sanções. Da última vez, em fevereiro, elas abrangeram ativos financeiros iranianos na Turquia, em Espanha, na Alemanha, na Geórgia, no Afeganistão e em uma série de outros países.
Será que a destruição da Síria, a desagregação do Iraque e a asfixia do Irã com sanções irão continuar? Não se deve permitir que o Oriente Médio fique definitivamente atrasado em relação a um mundo que se desenvolve com dinamismo.
Talvez se deva deixar de chamar, para resolver os problemas internos, mediadores dos países cuja política para o Oriente Médio e Próximo é acertadamente considerada como neocolonialista. Os problemas de relacionamento e da vida quotidiana dos sunitas e xiitas, dos persas, curdos, árabes e afegãos não serão resolvidos pelas afirmações dos aliados em que só eles podem resolver esses problemas, enquanto na realidade eles esperam encomendas incessantes que fazem funcionar a indústria do armamento de países longínquos.
Por qualquer razão não se ouve falar da possibilidade de os países da região poderem chegar a acordos entre si sozinhos, e poderem cooperar eficazmente. As razões são óbvias. O Irã, o Paquistão e a Índia já teriam construído há muito tempo o “gasoduto da amizade” se não fossem as sanções contra o Irã. Com a ajuda financeira da Índia já se encontra em funcionamento na costa sudeste iraniana o porto de Chabahar, que ofereceu ao Afeganistão novas possibilidades para seu comércio externo e trânsito de mercadorias.
Os destacamentos das forças armadas dos Emirados Árabes Unidos realizaram a desminagem de um território enorme no sul do Afeganistão e garantiram, sem sofrerem baixas, a segurança da região mais problemática do país.
Um dos oficiais árabes disse na altura aos jornalistas: “Sabem, nós já cá estávamos antes de este problema ter começado, como vizinhos árabes que somos. Nós iremos permanecer como vizinhos muito depois de a coalizão e a ISAF terem saído. Nós podemos não conseguir oferecer uma solução, mas podemos, como muçulmanos, pelo menos iluminar o caminho para que os afegãos encontrem a sua própria via”.
A opinião do autor pode não coincidir com a opinião da redação
FONTE:
TEXTOS BÍBLICOS:
"E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (DANIEL 9:27)
"Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão." (1 AOS TESSALONICENSES 5:3)
"QUEM VAI ESTABELECER UMA FALSA PAZ, VISANDO ENGANAR O MUNDO INTEIRO, SERÁ O ANTICRISTO".
Braço de pesquisa do Pentágono está lançando um programa para unir drones existentes e futuros em colméias, onde o avião autônomo indivíduo vai compartilhar dados e operam juntos contra alvos em um campo de batalha - tudo ao mesmo tempo que está sendo controlado por um humano.
A Defesa Projetos de Pesquisa Avançada Agência (DARPA), recentemente anunciou que, em 11 de abril, que irá realizar um "dia do proponente" para suas operações de colaboração em ambientes negado programa (CODE). O objetivo do código é ampliar a capacidade de veículos aéreos não tripulados, ou drones, para incluir "a autonomia ea colaboração inter-plataforma."
"Autonomia Collaborative tem o potencial de aumentar significativamente as capacidades de [drones] existentes, bem como para reduzir o custo dos futuros sistemas, compondo equipes heterogêneas de [drones] que pode alavancar as capacidades de cada ativo, sem ter que duplicar ou integrar recursos em uma única plataforma ", o anúncio da DARPA, explica.
"Usando algoritmos de colaboração, [drones] podem prestar serviços entre si, tais como metas geolocating com sensores de longa distância e orientadores sistemas menos capazes dentro da sua gama de sensores, fornecendo sensores multimodais e diversos ângulos de observação para melhorar a identificação do alvo, transmitindo informações críticas através da rede ... [e] proteger um ao outro pelas defesas muito fortes e outros estratagemas. "
Com o código, a DARPA pretende desenvolver quatro "áreas críticas de tecnologia" para os seus drones futuras: missão single-drone e autonomia de voo; uma interface de sistemas humanos que permite que um "comandante da missão" para gerenciar uma frota de drones e lidar com "inputs críticos" , tais como dizer drones para armas de fogo; autonomia drone-equipe que dá uma frota uma inteligência comum ao explorar as melhores capacidades e atributos de cada "membro" , e uma "arquitetura aberta" que guiaria os aspectos de um esquadrão, permitindo-lhes passar informações entre si e os seres humanos.
O projeto de código, de acordo com a DARPA, é um esforço para drones relativamente primitivos pronto de hoje para "dinâmicos" conflitos futuros, que a agência acredita que será marcado por "um maior nível de ameaças, espectro eletromagnético contestada e metas re-localizáveis."
Além disso, como Ars Technica aponta para fora, DARPA vê os céus do Afeganistão e do Iraque, onde os drones americanos têm operado com quase nenhum perigo de oposição, como uma brincadeira de criança em comparação com um futuro onde a tecnologia zangão certamente será mais difundida e inimigos mais "endurecido" de insurgentes drones ter caçado até o momento.
Foi relatado recentemente que DARPA está dobrando o financiamento para a sua frota desubmarinos drones, apelidado o programa de Hydra. Alguns dos outros projectos em curso da DARPA incluem inaudíveis veículos militares, o ATLAS robô, sem precedentes software de reconhecimento facial, leitura cérebro tecnologia , o último motor de busca na internet, e, é claro, lasers para abater vários aviões inimigos.
Palavras pesadas forma usadas no lançamento do processador Tomahawk (tacape), de resto um nome particularmente associado a armas. [Imagem: Jürgen Lösel]
Processador antiespionagem
Normalmente as notícias sobre novos chips e processadores vêm de empresas como Intel, AMD ou IBM.
Mas parece que aespionagem norte-americanaestá fazendo nascer novos atores, que possuem preocupações além da conquista de mercado.
Pesquisadores alemães apresentaram um novo processador de uso genérico que está sendo aclamado como uma "nova revolução digital".
O Tomahawk é extremamente rápido, eficiente em termos de energia e resistente.
Trata-se de um processador heterogêneo, de múltiplos núcleos, que pode facilmente se tornar o coração de vários tipos diferentes de aparelhos.
"Não é nada menos do que um novo nível da revolução digital," anunciou o professor Gerhard Fettweis, da Universidade Técnica de Dresden.
Segundo a equipe, o chip foi projetado para permitir a troca de volumes muito grandes de dados, transmitidos com alta latência ponta a ponta, abrindo caminho para aplicações totalmente novas.
Entre as aplicações mais imediatas, foram citados veículos capazes de reagir automaticamente a todos os obstáculos na estrada e veículos sem motorista que poderão viajar em alta velocidade sem precisar manter distância uns dos outros, praticamente com os pára-choques colados.
Chip da discórdia
O interesse maior, contudo, parece estar na transmissão de dados, no desenvolvimento de um novo padrão de internet móvel, o 5G, e de um conceito ainda não totalmente definido, que os pesquisadores chamam de "internet tátil".
E, claro, na segurança da comunicação de dados.
Nesse particular, a apresentação dos pesquisadores mais parecia um discurso de militares apregoando a defesa contra inimigos declarados.
"O desenvolvimento da liderança tecnológica europeia na área das tecnologias de rede - como as atividades da NSA mostraram claramente - não é apenas uma necessidade econômica," disse o professor Fettweis.
Palavras ainda mais pesadas constam da nota à imprensa acerca do lançamento do processador Tomahawk (tacape), de resto um nome particularmente associado a armamentos.
"Inovações em áreas como engenharia, automóveis, transporte e logística, serviços de saúde e administração pública só podem ser desenvolvidas de forma sustentável na Alemanha e na Europa se elas forem desenvolvidas, testadas e utilizadas aqui," diz a nota.
A julgar pelo tom adotado mo lançamento, provavelmente não será possível comprar um processador Tomahawk na loja de informática da esquina tão cedo.
A imagem mostra os escritórios do jornal The Guardian, em Londres (Foto: AFP / Andrew Cowie)
Serviços secretos britânicos ameaçou fechar o jornal The Guardian, uma vez que foi a publicação de sua exposição de vigilância maciça dos EUA com base em vazamentos Edward Snowden. A história era a peça mais difícil de relatar o papel já fez.
"Fomos ameaçados que iríamos ser encerrada. Fomos acusados de pôr em perigo a segurança nacional ea vida das pessoas. Ele nos deixou em uma posição muito difícil ", Guardião vice-editor Paul Johnson disse ao Radiodays Europaconferência em Dublin.
Um alto funcionário havia dito editor do jornal, Alan Rusbridger, que o "primeiro-ministro, o vice-primeiro ministro, o ministro das Relações Exteriores, o ministro do Interior eo procurador-geral tem um problema com você", disse Johnson, citado pela Irish Times.
A atitude das autoridades britânicas era um nítido contraste com a dos norte-americanos, disse ele. Em os EUA vazamentos Snowden levou a um debate nacional sobre a vigilância e privacidade enquanto no Reino Unido as autoridades só assumiu que a segurança nacional triunfa sobre a liberdade de imprensa.
A história, que expôs a escala de vigilância eletrônica pela Agência de Segurança Nacional dos EUA e seus aliados de inteligência em todo o mundo, foi provavelmente o mais difícil de executar na história do Guardian, o editor-adjunto disse à platéia. Foi mais difícil do que relatórios sobre documentos vazados americanos expostos pelo site WikiLeaks denunciante ou a escutas telefónicas pelo tablóide News of the Mundial.
"Foi a história mais difícil que já fizemos e que inclui WikiLeaks, porque os repórteres e editores não podiam falar uns com os outros. Nós só poderia falar com sistemas de criptografia ", disse ele.
O papel teve que instalar uma sala segura, com novos computadores e um guarda de pé 24/7 na porta para o trabalho sobre a história.
Edward Snowden, um ex-empreiteiro NSA, vazou coleções de arquivos secretos aos meios de comunicação que levam expondo o âmbito de programas de vigilância dos EUA eo fato de que eles direcionados milhões de pessoas comuns, líderes mundiais - incluindo as dos países aliados com a América - e empresas-chave.
Depois de ficar preso em um aeroporto de Moscou devido ao seu passaporte ser revogada por Washington, o denunciante aplicado e recebeu asilo político temporário na Rússia.
Enquanto muitos funcionários marca Snowden um traidor, ele também tem inúmeros adeptos que o vêem como um campeão dos direitos humanos.
Stoltenberg terminou seu segundo mandato como primeiro-ministro no ano passado
Da Noruega ex-PM Jens Stoltenberg foi nomeado próximo secretário-geral da Otan, em substituição da Dinamarca, Anders Fogh Rasmussen
Ele vai assumir o cargo de líder da aliança militar de 28 nações em outubro, quando o Sr. Rasmussen desce depois de uma reunião de cúpula da Otan em Gales.
Rasmussen tem liderado Otan nos últimos cinco anos.
Sr. Stoltenberg foi primeiro-ministro da Noruega, no momento da bomba e arma os ataques de Anders Breivik, em 2011.
Breivik matou 77 pessoas quando ele alvo prédios do governo em Oslo e os jovens e funcionários em um acampamento de jovens do Partido Trabalhista dirigido por do Sr. Stoltenberg.
Novo chefe da Otan Conheça Envelhecido 55 Pai era ministro das Relações Exteriores, a mãe era geneticista e político Formado em economia pela Universidade de Oslo Trabalhou em jornalismo antes de política Casado e com dois filhos Seu último Tweet era um selfie com colegas do Partido Trabalhista
Ele serviu como primeiro-ministro do país duas vezes, por 18 meses em 2000-01 e novamente 2005-2013.
Rasmussen disse no Twitter que o Sr. Stoltenberg era "o homem certo para construir no registro da Otan de força e sucesso".
Ele acrescentou que a crise Ucrânia demonstrou a necessidade de a Otan para mostrar uma liderança forte e determinada.
Rasmussen expressou preocupação nesta sexta-feira sobre o "enorme acúmulo militar" por forças russas das fronteiras da Ucrânia.
Primeiro-ministro britânico David Cameron disse que ex-primeiro ministro da Noruega "traria uma riqueza de experiência para este papel no comando da aliança transatlântica e ele vai assumir durante um ano crucial na história da organização".
Além de lidar com a crise na Ucrânia, o Sr. Cameron disse que levaria a retirada das forças da Otan no Afeganistão, no final do ano.
Na sua declaração, a Otan disse: "Sr. Stoltenberg assumirá suas funções como secretário-geral desde 1 de Outubro de 2014, quando o mandato do Sr. Fogh Rasmussen expira após cinco anos e dois meses no comando da aliança."
FONTE:
http://www.bbc.com/news/world-europe-26791044
Nomes da OTAN da Noruega Top Globalist Stoltenberg como próximo líder
Nota do editor ...
Conforme detalhado abaixo,principal cargo político da OTAN tradicionalmente é realizada por um europeu, enquanto o posto militar superior vai para um American.By nomeação Stoltenberg cedo, a Otan assegurou que o concurso para o posto mais alto da aliança não está enroscado com negociatas para topo postos de trabalho na UE, incluindo o Presidente da Comissão Europeia e chefe da política externa da UE, que vago no final deste ano.
Stoltenberg vai funcionar bem como uma fachada civilpara o aparelho de guerra da NATO, dado seu histórico de apoio a cada atrocidade globalista em seu país natal Noruega, onde ele era o primeiro-ministro socialista de 10 anos, como empurrar a agenda Eco-fascista, a ponto de promoção de acordos internacionais comtaxas globais ou quotascomo o meio mais eficaz de "redução do aquecimento global", defendendo por ter todas as crianças do mundo vacinados (em conjunto com a Fundação Gates) e importação de massas de brutos terceiro mundo para a Noruega - um processo que resultou em explodir os índices de criminalidade e estupros em massa de noruegueses nativos.(Seu sucessor atual, o conservadorErna Solberg, parece ter começado a fixação alguns dos que os danos ao deportar criminosos migrantes para fora do país).
Stoltenberg aumentou o orçamento de defesa durante o seu mandato, apesar da falta de quaisquer ameaças imediatas no continente norueguês, e tem trabalhado para integrar de perto o militar norueguês dentro do aparelho NATO.Este PAGO de que a aliança quando Stoltenberg contribuiu forças à agressão da OTAN no Oriente Médio (como a guerra da Líbia em 2011).Isso não o impediu de "criticar" operações contra terroristas israelenses como "uso desproporcional da força", talvez por causa de sua história de convidar terroristas da FPLPa socialista acampamento de jovens do seu partido.
Essa é a cara da burocracia NATO no último suspiro do "responsabilidade de proteger" era.
NATO escolheu o ex-primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg como seu próximo líder na sexta-feira no momento em que a aliança militar ocidental deve lidar com um ressurgimentoda Rússiaapós a sua anexação da Criméia ucraniana.
Stoltenberg vai tomar posse como secretário-geral do 28-nação agrupamento em 1 de Outubro, sucedendo o ex-primeiro-ministro dinamarquês, Anders Fogh Rasmussen, que liderou a NATO desde 2009.
Stoltenberg, o primeiro norueguês a ocupar posto mais alto da OTAN, vai assumir num momento em que a NATO, visto por alguns como uma relíquia da Guerra Fria, ganhou nova relevância por causa de preocupações sobre o que a crise Ucrânia diz sobre a Rússia recentemente assertivo.
Stoltenberg disse que a crise Ucrânia "nos lembra o quão importante é a NATO.A idéia da defesa colectiva se tornou mais importante dada a forma como a Rússia está usando a força para mudar as fronteiras da Europa. "
"A Rússia tem que ver que o que eles fizeram tem um preço", disse ele em coletiva de imprensa em Oslo.
No entanto, ele disse que a crise Ucrânia não iria voltar o relógio para a Guerra Fria.
"A situação atual não é tão ruim", disse ele.
Daniel Keohane, especialista em defesa na think tank FRIDE, disse que a Noruega era visto como um jogador de defesa muito sério."(Ele) sempre teve o desafio de a Rússia muito, muito a sério.Acho que há um pouco de um sinal de lá ", disse ele.
Stoltenberg, 55, que foi apoiado pelos Estados Unidos,Alemanhae Grã-Bretanha, vai assumir em um ponto de viragem na história da OTAN.
A urgência da crise Ucrânia significa que a aliança, que é devido ao fim das operações de combate noAfeganistãono final deste ano, é provável que reorientar de volta para a sua tarefa principal de defender seus países membros.
Excepcionalmente, a OTAN nomeou um líder de um país fora da União Europeia.Mas diplomatas disseram que não deve dificultar Stoltenberg promoção da cooperação entre a NATO ea UE, que assumiu a função de segurança de crescer.
JOBS UE
Com a nomeação Stoltenberg cedo, a Otan assegurou que o concurso para o posto mais alto da aliança não está enroscado com negociatas para altos cargos na UE, incluindo o Presidente da Comissão Europeia e chefe da política externa da UE, que vago no final deste ano.Os Estados Unidos tinham se esforçado para evitar que isso aconteça, segundo analistas.
Tradicionalmente, o cargo mais alto política da OTAN é realizada por um europeu, enquanto o posto militar superior vai para um americano.
Os Estados Unidos saudaram a decisão.
"Mr.Stoltenberg é um líder comprovado com um compromisso demonstrado com a aliança transatlântica ... Estamos confiantes de que ele é a melhor pessoa para garantir o contínuo fortalecimento e unidade da aliança da Otan ", disse um comunicado da Casa Branca.
Primeiro-ministro britânico David Cameron disse que estava encantado com a escolha.
"Os recentes acontecimentos na Ucrânia sublinharam que, mesmo depois que completar a nossa missão no Afeganistão, haverá novos desafios para responder", disse ele em um comunicado.
Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, disse Stoltenberg foi bem adequado para posicionar estrategicamente NATO "em face de grandes novas tarefas, como na gestão de crises ou de segurança cibernética".
Ministros das Relações Exteriores da Otan devem discutir na próxima semana como reforçar a presença militar da Aliança em países da Europa Oriental nervoso, como os países bálticos ea Polónia.
Stoltenberg também enfrenta um desafio na tentativa de convencer os países europeus a reverter, ou pelo menos tanto, cortes drásticos nos gastos de defesa que muitos deles têm empurrado através, em resposta à crise financeira.
O presidente dos EUA Barack Obama expressou preocupação durante uma visita à Europa nesta semana sobre cortes de defesa por parte de alguns aliados da Otan e disse que a aliança teria que analisar se "todo mundo está lascar dentro"
CORTES DE DEFESA
Stoltenberg, que atuou por quase 10 anos como primeiro-ministro da Noruega, antes de perder as eleições em setembro passado, reforçou essa mensagem, dizendo: "Nós temos que entender que os gastos militares é importante, mesmo em tempos de austeridade eo fortalecimento militar da Rússia na Ucrânia nos lembra que . "
No entanto, em um sinal de obstáculos que irão enfrentar em aliados convencer a gastar mais na defesa, o ministro das Finanças holandês Jeroen Dijsselbloem jogou água fria na idéia na sexta-feira, dizendo a jornalistas em Haia: "Mais dinheiro significa que teríamos de fazer mais gastos cortes (em outro lugar).Eu não posso imaginar que há muito entusiasmo para isso.Não seria sensato. "
Outros no quadro de sucesso Rasmussen incluído e ex-ministro das Relações Exteriores italiano, Franco Frattini, cuja proposta foi apoiada pelo governo italiano.
Ministro das Relações Exteriores italiano Federica Mogherini disse a repórteres em Haia no início desta semana que o próximo líder da OTAN teria que ter um interesse pessoal na região do Mediterrâneo.
Obama discutiu o principal cargo da OTAN com o governo italiano
durante uma visita a Roma nesta semana, conseguindo conquistar Roma para aceitar Stoltenberg.
Stoltenberg vai assumir o comando logo após a 04-05 setembro cúpula da OTAN no País de Gales, que irá marcar o fim iminente das operações de combate da Otan no Afeganistão.
Ele é considerado um operador económico mais hábil que tem a Noruega durante a crise financeira global relativamente ileso como o governo usou sua riqueza em petróleo armazenado para aumentar os gastos, criar demanda e manter baixo o desemprego.
Seus governos apoiado campanhas militares da OTAN no Afeganistão eLíbia.
Stoltenberg foi primeiro-ministro da Noruega, quando militante extrema direita Anders Behring Breivik foi em um bombardeio e tiroteio em 2011, que matou 77 pessoas.
Se espera que este internet das coisas (Internet das coisas) que vêm junto da ideologia corporativa para estabelecer padrões para novas redes de máquinas equipadas com sensores que podem se comunicar uns com os outros para alcançar "a interoperabilidade entre diversos ambientes industriais."
Em 2020 estes dispositivos interligados são esperados para gerar 300 bilhões para produtos e serviços a serem contribuído por máquinas.
O Consórcio IoT reúne várias empresas de tecnologia, tais como:
• Logitech • Kontrol TV • • Coin Greenwave Realidade • laboratórios Planeta • Maxwell Indústrias
No 2014 Cisco Partners Summit , em Las Vegas, parceiros campal idéias de marketing sobre como rentabilizar o Internet das coisas.
Guido Jouret, vice-presidente e gerente geral da Cisco Internet of Things Business Group (IoTBG) explica: "Nos próximos sete anos, nós estamos indo para ver um total de 50 bilhões de dispositivos conectados, ea grande maioria das pessoas não será laptops , smartphones e tablets. A grande maioria das coisas que serão conectados será carros, ônibus, painéis solares, motores, robôs, bombas -. Todos esses diferentes dispositivos vão começar a ser conectado, e haverá um buildout incrível de conectividade que serão necessários "
Essas corporações estão unindo forças em uma parceria que foi anunciado no ano passado que foi apresentado como uma forma de implementar a tecnologia cidade inteligente com o IBM Smarter Planet Iniciativas (SPI) e General Electric (GE) financiamento do investimento que criou um data warehouse para análise em nova nuvem distribuições.
No início deste ano, a IBM ea AT & T anunciaram que estão combinando forças para trazer uma rede conectada às cidades, a fim de integrar a Internet das coisas dentro de municípios.
Esta aliança foi iniciada com a tarefa de integração com soluções digitais para a infra-estrutura das cidades para "melhorar o planejamento urbano" e reduzir os custos para os moradores.
A instalação da AT & T no M2M Foundry no Texas e IBM Solution Centers Globais (GSC) em todo o mundo vão unir forças para mostrar novas tecnologias inventivas inteligentes para melhorar a experiência do cliente, melhorar as medidas de segurança e melhorar o protocolo em instalações utilizadas atualmente.
Empresas de varejo ver este empreendimento como forma de implementar "armários de varejo inteligentes permitir publicidade digital alvejado e reduzir custos e consumo de energia."
Directivas chave desta aliança incluem:
• melhor alocar e distribuir recursos com base em informações relatadas a partir de incidentes e interrupções de serviço. • Analisar o movimento de pessoas para melhorar a gestão do tráfego, capacidade de estacionamento, localização e número de socorristas da unidade. • Autoridades da cidade pode se preparar melhor e reagir a possíveis gargalos e . outras questões em caso de emergência • Identificar padrões de tráfego ineficientes para que o tráfego pode ser reencaminhado,. melhor alocar os recursos de segurança pública em locais onde a maioria das pessoas se reúnem • Monitorar as atualizações de mídias sociais de cidadãos relatando o mau tempo ou tráfego principal para que o cidade pode ter melhor curso de ação.
Rick Qualman, vice-presidente de estratégia e desenvolvimento de negócios da IBM, explicou: "Smarter cidades, carros, casas, máquinas e dispositivos de consumo irá conduzir o crescimento da Internet das coisas, juntamente com a infra-estrutura que vai com eles, desencadeando uma onda de novas possibilidades para coleta de dados, previsão, análise e automação. A nova colaboração com a AT & T vai oferecer insights de crowdsourcing, aplicações móveis, sensores e análises sobre a nuvem, permitindo que todas as organizações para melhor escutar, responder e prever ".
IBM prevê uma missão de dobraduras com base no "planejamento e gestão, os seres humanos e infra-estrutura."
Isso inclui serviços tais como:
• edifício inteligente e planejamento urbano • Preocupações ambientais • Uso eficiente de energia e água • transporte inteligente • O ensino integrado, saúde e programas sociais • monitoramento inteligente da segurança pública
Outras previsões para cidades inteligentes giram em torno do uso da tecnologia para influenciar a vida diária dos moradores.
Zurich | Iouri Michaelevitch, um ex-assistente de personnal do presidente russo, foi encontrado morto última segunda-feira em seu apartamento suíço depois de algum dos vizinhos reclamaram do cheiro que emana da residência. De acordo com departmnent de polícia da cidade, muitos indícios recolhidos no local sugerem que ele pode ter sido vítima de uma trama de assassinato elaborado.
"As forças policiais só foram capazes de proceder à análise preliminar antes vimos uma fonte de radiações na cena e tive que chamar uma equipe de descontaminação", explica Sven Munger do Departamento de Polícia de Zurique. "Podemos confirmar que o agente radioativo é um produto russa muito raro chamado TCDD dioxina. As pistas que recolhemos são insuficientes para pronunciar uma conclusão definitiva, mas a complexidade da trama de que expuseram reduz significativamente o número de suspeitos. "
A vítima tinha atraído muita atenção por parte do governo russo e da mídia em 2011, quando ele tinha escrito um livro intitulado " Я был любовник Путина "(" eu era amante de Putin "), que foi retirado das prateleiras antes do lançamento oficial, depois de um decreto presidencial. Um mandado exigindo a prisão do autor também foi emitido em toda a Rússia, levando-o a apresentar uma demanda de asilo político por parte do Estado helvético.
Muitas fontes também afirmam que o Sr. Michaelevitch jantou com um adido da embaixada russa, cinco dias antes de seu corpo foi encontrado, um caso estranhamente semelhante ao do ex-presidente ucraniano, Viktor Yushchenko, em 1999.
O Brasil detém pouco mais de um décimo das reservas de água potável do mundo. No entanto, o País já registra um conflito por água a cada quatro dias, segundo o mais recente relatório da Comissão Pastoral da Terra, órgão ligado à Igreja Católica, obtido com exclusividade pela BBC Brasil. Em 2013, foram registradas 93 disputas locais em 19 Estados, 17% a mais do que no ano anterior. Mas esses conflitos não estão se tornando apenas mais frequentes. Também vêm assumindo dimensões inéditas.
Há pouco mais de uma semana, os governos de São Paulo e Rio de Janeiro vivem um embate. A razão é o projeto de São Paulo de captar água do Rio Paraíba do Sul e levá-la ao sistema Cantareira, grupo de reservatórios que abastece 15 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo e no interior do Estado. O problema é que este rio já abastece outras 15 milhões de pessoas no Grande Rio e no interior paulista. O governo fluminense é contra a proposta. Desde então, Rio e São Paulo trocam farpas e ameaças de processo publicamente.
Não se tinha notícia – até agora – de um conflito desta proporção, envolvendo os dois Estados mais ricos da federação e que coloca em jogo o abastecimento de 15% da população do País. "É o conflito mais sério que já tivemos", diz Sandra Kishi, procuradora regional da República e coordenadora do grupo de trabalho de águas do Ministério Público Federal (MPF).
Prejuízos
O Rio alega que será prejudicado porque hoje não tem outra fonte de abastecimento. São Paulo retruca que a ligação não trará prejuízos ao Rio, porque só captaria 5% do volume fornecido atualmente ao Estado fluminense e que a medida será vantajosa para ambos os Estados porque, quando chover demais no reservatório que atende São Paulo, será possível guardar o excesso de água no reservatório que atende o Rio (e vice-versa), criando um sistema de estoque para quando chover pouco.
São Paulo ainda alerta que o Rio não pode interferir na questão porque a ligação estaria dentro dos limites paulistas. "Providenciaremos os documentos necessários para a permissão", diz o secretário estadual de saneamento e recursos hídricos de São Paulo, Edson Giriboni, à BBC Brasil. "Sempre podemos recorrer à Justiça se necessário. Se vamos ou não fazer isso, depende deles".
Se a permissão for concedida a São Paulo, ela poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, instância onde são resolvidas as contendas entre Estados. "Não se pode dizer que vai fazer o quiser porque o rio é fluminense ou paulista. O curso da água não respeita fronteiras", afirma Kishi, do MPF. "Essa decisão caberá ao comitê que administra a bacia do Paraíba do Sul".
Fim da ilusão
Haver disputas por água no Brasil é uma situação que, a princípio, parece contraditória. O País detém 12% da água potável do mundo e sempre foi apontado como uma das regiões do planeta onde haverá menos riscos de falta de água neste século.
Mas a estiagem entre dezembro e fevereiro passados, a pior em oito décadas, mostrou que essa abundância é uma ilusão. Há muita água, mas ela está mal distribuída. Cerca de 80% fica na região amazônica, onde vive 5% da população. Os outros 95% dos brasileiros precisam dividir os 20% que restam.
Esse problema se agrava porque grande parte das fontes de água nas regiões mais populosas do País está poluída demais. Um levantamento da ONG SOS Mata Atlântica mostra que 40% de 96 rios, córregos ou lagos das regiões Sul e Sudeste apresentam qualidade ruim ou péssima. Quanto mais próximo dos centros urbanos, pior sua situação.
"A ideia de abundância nos mimou", diz Rômulo Sampaio, do centro de meio ambiente da escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio. "Os políticos não investiram o suficiente porque pensaram que não seria necessário e ainda maltratamos os recursos que temos."
Conflito de interesses
Isso obriga cidades a ir buscar água cada vez mais longe. Em algum momento, seus interesses entram em conflito. É o que ocorre entre Rio e São Paulo e entre outros Estados brasileiros.
Com a estiagem, o nível do sistema Cantareira chegou a 14%, o menor nível desde sua criação. A fragilidade do sistema que abastece metade da população da Grande São Paulo ficou evidente e fez o governo paulista querer por em prática o projeto do Paraíba do Sul, que estava em estudo havia seis anos.
"Solucionar a questão hídrica é o maior desafio do Direito ambiental hoje", afirma Sampaio. "Temos boas regras para lidar com isso, criadas nos anos 1990. Agora elas serão testadas".
De quem é a água?
A Política Nacional de Recursos Hídricos foi criada em 1997 e, desde então, é o principal norte da gestão da água no País. Nela, foram estabelecidos princípios importantes, como a prioridade do abastecimento humano e de animais e o incentivo ao uso eficiente da água. Mas a lei não diz quem tem mais direitos sobre determinada fonte hídrica.
O advogado Paulo Affonso Leme Machado, ex-consultor da ONU e um dos mais respeitados especialistas em Direito Ambiental no País, defende uma interpretação conjunta de três artigos da política que daria prioridade ao uso das águas de uma bacia aos habitantes dos municípios que existem nela.
"Isso não está expresso na lei, mas pode ser inferida porque ela estabelece a bacia hidrográfica como unidade mais importante do sistema hídrico, cria o controle do uso e afirma que tudo que é arrecadado com suas águas deve ser reinvestido, em primeiro lugar, na própria bacia", diz Machado.
A partir dessa interpretação, defendida também por outros juristas consultados pela BBC Brasil, São Paulo não teria o direito de usar recursos de uma bacia fora de seus limites geográficos em prejuízo de outras cidades que estão nesta bacia. "Fazer isso é mais que injustiça, é anarquia", diz Machado.
Teste nos tribunais
Esta interpretação ainda não foi testada nos tribunais, o que pode ocorrer em breve não só por causa da disputa entre Rio e São Paulo, mas também por outro conflito envolvendo a Grande São Paulo. A permissão de uso do Cantareira expirará em agosto e está sendo rediscutida. Além da região metropolitana da capital paulista, este sistema abastece 76 cidades no interior do Estado, que pedem mais água além do limite atual para a região, de 3 mil litros por segundo.
No entanto, o Cantareira já opera no limite estabelecido por regras ambientais. Para o interior ter mais água, seria preciso reduzir o volume de 24,8 mil litros por segundo fornecido à Grande São Paulo, que por sua vez também pleiteia um limite maior. Não será possível atender às duas regiões sem causar danos ao sistema.
As cidades do interior alegam que, na nova permissão de uso do Cantareira, é preciso haver uma distribuição mais equilibrada da água, princípio previsto em convenções internacionais sobre o tema. As cidades do interior afirmam que, se isso não for feito, sua economia não poderá mais crescer, porque novas indústrias que dependem de água não conseguirão licenças ambientais.
Estas cidades ainda questionam por que não foi cumprida a condição prevista na permissão de uso do Cantareira concedida há dez anos de fazer investimentos para reduzir a dependência da Grande São Paulo em relação a este sistema. "Pedimos explicações ao governo estadual para resolver isso na esfera administrativa, mas iremos à Justiça se as respostas não forem satisfatórias", diz a promotora Alexandra Faccioli, do Ministério Público Estadual.
Novos conflitos à vista
O debate sobre o uso da água é mais relevante diante da previsão de que os conflitos hídricos serão mais comuns daqui em diante. Segundo o Pacific Institute (IP), um dos principais institutos de pesquisa sobre o tema do mundo, o número de disputas hídricas violentas no mundo quadruplicou na última década e o risco de novos conflitos só crescerá com a maior competição pelo recurso, o atual gerenciamento ruim das fontes hídricas e os impactos das mudanças climáticas.
Antônio Carlos Zuffo, especialista em planejamento hídrico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ainda alerta que a oscilação histórica do clima acentuará a falta d'água. O pesquisador explica que entre 1970 e 2012 houve chuvas até 30% acima da média histórica. "Agora estamos entrando num período de algumas décadas de chuvas abaixo da média", afirma Zuffo. "A disputa por água se intensificará".
Os órgãos federais se dizem preocupados com esse acirramento dos conflitos e trabalham para mediá-los antes que se agravem a ponto de a única solução ser a via judicial. No caso específico entre Rio e São Paulo, isso significa fazer com que os dois Estados cheguem a um entendimento baseado em estudos sobre o aproveitamento das águas do Paraíba do Sul.
"Nosso papel é estimular um debate técnico e evitar a politização dessa questão, para que esse tipo de problema não caia na Justiça", afirma Rodrigo Flecha, superintendente de regulação da Agência Nacional de Águas (ANA).
Para o secretário nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, os dois Estados precisam chegar a um consenso quanto a uma gestão compartilhada destes recursos hídricos. "Rio e São Paulo precisam sentar à mesa e elaborar um sistema que seja confortável para os dois lados", afirma Maranhão. "Uma discussão dessa natureza não pode ser discuta emocionalmente".
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